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quinta-feira, 5 de abril de 2018

Fernando Calmon - Alta Roda - Caoa poderá ser marca única

Alta Roda nº 987/337 30– 0514 023– 0oda nº852/0411508– 2oda nº851/2018

Fernando Calmon
O lançamento do Tiggo2, semana passada em Itupeva (SP), trouxe uma pequena surpresa. No palco, durante a apresentação à imprensa, havia uma unidade azul com uma singela folha de papel branco encobrindo pequena área do lado direito da traseira do crossover/SUV sino-brasileiro. 



Ao se retirar a folha, apareceu um novo logotipo, Caoa Chery (mesma tipologia), que não estava em nenhum dos carros entregues para avaliação aos jornalistas.

O significado vai além do puro simbolismo. Afinal, estavam presentes para dar o aval dois diretores chineses da Chery: o presidente, Anning Chen, e o presidente de operações internacionais, Pan Yanlong. O grupo brasileiro havia anunciado, em novembro do ano passado, que se tornou um fabricante de origem local – o único, atualmente – ao comprar por US$ 63 milhões (R$ 200 milhões) 50% da filial nacional da empresa fundada na China há apenas 16 anos. 

É possível, se alcançada participação de mercado mais substancial, que os modelos estampem apenas Caoa no futuro. Há caso semelhante na Índia, onde a japonesa Suzuki utiliza também o nome local Maruti. 

O País já teve marcas próprias. A primeira foi a Puma, especializada em automóveis esporte. Também abrigou cerca de duas dezenas de pequenos fabricantes de bugues, utilitários e carros esporte. 

Focaram em produzir veículos com componentes mecânicos, na maior parte, de origem VW. Gurgel foi mais longe ao projetar, além de utilitários, o próprio motor de dois cilindros e o minicarro BR-800. 

Todas acabaram sucumbindo por falta de capital, erros administrativos e impossibilidade de competir com filiais de fabricantes consagrados no exterior. Não se pode esquecer, ainda, que nos primórdios da indústria em 1956 havia uma marca, Romi-Isetta, que combinava também um nome brasileiro e um italiano. 

Os planos da Caoa Chery são audaciosos. A empresa promete investir R$ 2 bilhões nos próximos anos e aumentar a participação de mercado de 0,6%, em 2018 para 2%, em 2020. Até o fim deste ano o número de concessionárias saltará de atuais 25 para 55. 

Há outros três lançamentos até o fim do ano, todos com produção local, mas de baixo índice de localização. Fontes da Coluna indicam que, além do sedã Arrizo 5 (mesmo porte de VW Virtus e Honda City), estreará o Tiggo 4, SUV médio que acaba ser lançado no Chile. 

Serão produzidos ao lado do QQ e Tiggo 2, em Jacareí (SP), onde os Celler hatch e sedã foram descontinuados. O Tiggo 7, SUV de maior porte, está reservado para a fábrica da Caoa, em Anápolis (GO). 

O atual Tiggo 2 evoluiu em termos de dirigibilidade, acabamento e qualidade de montagem. Seus pontos altos: estilo mais refinado e o motor quatro-cilindros de 1,5 litro, 110/115 cv (gasolina/etanol). Distância entre eixos é de 2,55 m (quase igual à do Polo, de 2,56 m). Ótimo porta-malas de 420 litros. 

Apesar de ser o mais alto dos atuais SUVs compactos, suspensões dão conta do recado. Mas há muito ruído aerodinâmico em estrada, isolamento acústico fraco em velocidades mais altas e posição de guiar excessivamente elevada, que deixa a alavanca do câmbio manual distante do motorista. Câmbio automático de quatro marchas estará disponível em junho. 
Preços de lançamento, entre R$ 55.900 e 66.490, ficam dentro do esperado. 


RODA VIVA

DOIS acidentes letais recentes com Tesla S e X semiautônomos, nos EUA, abriram os olhos dos órgãos de segurança de trânsito. Há preocupação sobre motoristas que não reassumem o controle, mesmo após avisos do sistema AutoPilot (nome infeliz ao sugerir piloto “automático”). Poderá levar resistências à homologação do nível 3 de autonomia, como já ocorre na Alemanha. 


VOLKSWAGEN confirmou seu primeiro SUV produzido no Brasil para a fábrica de São José dos Pinhais (PR), de onde também saem os Audi A3 sedã e Q3, Golf e Fox. O T-Cross, segundo fonte da Coluna, terá arquitetura do Virtus e início de produção em 1º de janeiro próximo. A empresa informou, apenas, que estará à venda no primeiro semestre de 2019. 

PORSCHE 911 GTS subiu de patamar ao trocar o último motor aspirado (3,8 litros) por um turbo de 3 litros, 450 cv e nada menos de 56,1 kgfm de torque. Respostas ao acelerador são imediatas, praticamente sem atrasos dos antigos motores com turbocompressor. Decisão acertada porque o 911 cresceu muito em dimensões e isso fica demonstrado pelo habitáculo espaçoso. 

HONDA decidiu começar a produzir seus automóveis na nova fábrica de Itirapina (SP), a partir do início de 2019. Essa unidade, que consumiu R$ 1 bilhão, está pronta e fechada desde abril de 2015. Receberá paulatinamente toda a produção de Sumaré (SP). Fábrica mais antiga manterá centro de engenharia e fornecerá motores e componentes à unidade mais moderna. 

FÁBRICA de motores da Ford em Taubaté (SP) começa a produzir o equilibrado três-cilindros de 1,5 litro do EcoSport e, em breve, também para o Ka Freestyle. Motor vem sendo importado da Índia, mas desde o início previu-se a nacionalização. Demora ocorreu em razão de o governo de São Paulo ter atrasado a devolução de créditos fiscais gerados por exportações. 


PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
Siga também através do twitter:  www.twitter.com/fernandocalmo fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

domingo, 23 de julho de 2017

Já nas lojas do BMW Group toda linha lifestyle

Os produtos BMW, MINI e BMW Motorrad Lifestyle, estão disponíveis na rede de concessionárias autorizadas do BMW Group no país e são opções ideais de presente para o Dia dos Pais para quem busca qualidade e estilo.

Tênis BMW M
Desenvolvido pela marca PUMA, o tênis BMW M vem com tecido tridimensional na cor preta e revestimento interno contrastante em vermelho. O calçado exibe ainda um emblema metálico, com o logotipo da BMW, fixado na lingueta de couro e solado de borracha também na cor preta. O tênis BMW M faz parte da linha BMW Premium, desenvolvida pela PUMA, e é baseado na linha de calçados Evo Speed, da marca alemã. Disponível do tamanho 38 ao 46, o tênis tem preço sugerido de R$ 775.

Camisa Roadster
Confeccionada em tecido 100% algodão Light Denim, a camisa jeans, da Coleção Roadster, é o presente perfeito para pais entusiastas da BMW Motorrad. Além das mangas longas, ela traz bolso no lado esquerdo, com pesponto contrastante, detalhes Single Jersey no pé de colarinho, botões de pressão prateados e inscrição “BMW Motorrad” próximo do punho esquerdo. A camisa está disponível desde o tamanho S (pequeno) até 4XL (4 vezes extra grande) e tem preço sugerido de R$ 219.

Blusa MINI Sweatshirt Wing Logo 3D

Confeccionada em tecido supermacio, 100% algodão, a blusa é uma verdadeira peça must-have. Trata-se de um verdadeiro clássico, com gola redonda, com destaque para o logo MINI, em alto relevo - e que passa uma sensação em 3D -, na parte frontal. Disponível nos tamanhos P, M, G e Extra G, a blusa tem preço sugerido de R$ 397.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Roberto Nasser - De carro por aí

 

Coluna 2416 - 10.06.2016 - edita@rnasser.com.br

Prius, em híbridos Toyota aponta o futuro
Lançamento do híbrido Prius sinaliza não ser apenas mais um automóvel no caminho tecnológico do futuro. Ao contrário a Toyota, pelo produto e pela moldagem da apresentação, o quer como o veículo para tal destino. A empresa assumiu trilha corajosa: até 2050 100% dos Toyota elétricos, híbridos elétricos ou por célula de combustível. Para caracterizar a pretensão de liderança tecnológica nipônica, fez apresentação em Brasília, na Embaixada do Japão, envolvendo o corpo diplomático, executivos públicos, alguns jornalistas especializados e, para dar certeza da importância do produto, o peso da estrutura diretiva da empresa. Mark Hogan, único não japonês no board mundial; Steve St Angelo, CEO para a América Latina, Koji Kondo, e  Miguel de Almeida, presidente e vice da Toyota no Brasil.

Prius é o mais vendido híbrido do mundo, em quarta geração, superando 5,7 milhões de unidades entregues. Emprega motor elétrico gerando 72 cv e outro a gasolina, 1,8 de restritos 98 cv para faze-lo mover-se na arrancada. Para recarregar a bateria, colocada sob o banco, o sistema de desaceleração e freios se encarrega de gerar energia. Ou ligação em tomada de parede.

Modelo atual é feito sobre a nova plataforma TNGA, com ela conseguindo menor altura, mais largura e espaço interno, num desenho eficiente: com CX de 0,24 é o sedã mais aerodinâmico do mundo. O pacote o rotula com o mais econômico no mercado brasileiro, fazendo próximo a 20 km/litro.

Visual intencionalmente futurista, grupo óptico em LEDs espraiando-se pelos para lamas, interior com instrumentação central, tela de 17,5 cm, multi mídia, GPS, câmera de ré, som. Head up display, o projetor de informações no para brisas, facilita a condução. Confortos à altura, como volante multi função, ar condicionado com duas zonas e sensor para concentrar fluxo nos lugares ocupados. Sete almofadas de ar – frontais, laterais, joelho -, sensor para abertura de portas. Enfim o pacote de confortos a cada dia mais rico.

Preço incentivado, sem correção de dólar, R$ 119,950 pretende conseguir 600 clientes com espírito ecológico neste ano.

Puma Alface (...), o carro do Mohammad Ali
Conta simples, some o fato insólito, o descompromisso nacional em buscar informações, seu disseminar como se tivesse fé pública. O resultado sempre dará em estórias, versões, trocando a falta de essência histórica pelo ágil inventar. O Puma Alface é uma delas.

Conto. É confusão fonética. Referido Alface é o modelo Al Fassi, criado em 1987 sobre o Puma-018 para ser vendido na Arábia Saudita. Amarração do desenvolvimento do produto, desenho comercial e exportação liderada pelo festejado e nascido Cassius Clay, 1942, e ora desaparecido sob o nome muçulmano de Muhammad Ali. Aventura automobilística triangular, ligando Curitiba, Pr, Brasil; Houston, Texas; e a Arábia Saudita.Operação fugaz, mais lembrada pela confusão iletrada.

Como
Lembrar-se-ão interessados na história dos veículos, o Brasil sempre aplicou, sem imaginação, um cadeado aos portos, inibindo importações, em especial de automóveis – a ideia vesga continua, desprezando a competição do mercado e a competitividade nos custos. Tal muro fez surgir fórmula de juntar carroceria de uma empresa; plataforma mecânica de outra; e produto final como veículo especial, de nicho. A Puma era referência neste caminho. Atrevida, exportou para os EUA, Europa, teve linha de montagem na África do Sul, fez-se conhecida como produtora de esportivo charmoso e barato. Mas na década de ’80 inviabilizou-se, saindo do negócio, cedendo o de fazer, direitos e nome a empresa paranaense, a Araucária, conduzida por Rubens Maluf. O corcoveio da economia nacional, os seguidos planos econômicos, o governo Sarney à base do deixa rolar para o tempo decidir, levaram quase todos os empreendedores ao fim. A Puma tomava este caminho triste.

Entretanto Kevin Haynes, seu representante nos EUA, preocupado com o fenecer do negócio, era amigo do advogado de Muhammad Ali, aposentado como pugilista vencedor, e interessado em aumentar sua renda. Com alguns contatos montaram a fórmula: Ali viria ao Brasil; combinaria o negócio com a Puma; criariam versão a partir do existente. Seria exportado aos EUA onde receberia motor, transmissão e freios do Porsche 911 e, de lá, mandado à Arábia Saudita.

O novo Puma teve sobrenome adicional: seria Puma Al Fassi – de Muhammad Al Fassi, dito Sheik sem sê-lo, controvertido bilionário marroco-saudita e destinatário final dos carros exportados, administrador da fortuna do cunhado, o Príncipe Turkin bin Abdul Aziz, irmão do Rei Saudita Fahd al Saud. E outro pedúnculo: by Mohammad Ali, aval do pugilista com renome mundial.

Para frente
Felipe Nicoliello, editor do bom sítio Pumaclassic, confirma a operação. Muçulmano Ali, então aos 45, veio ao Brasil com seu advogado judeu Richard Hirschfield, um consultor de negócios, e um engenheiro de automóveis. Parte legal, moldaram uma companhia, The Ali Vehicle Industry, para formar joint venture com a fabricante do Puma, a Araucária Veículos, e uma importadora dos EUA, a Inter American Ltd.

Quanto ao produto, em corrida de 21 dias grupo decidiu e criou restrita pré série de duas unidades sobre o modelo P-018 conversível: desenhos, projetos, moldes, ferramentas, adaptações, foram desenvolvidos e viabilizados para atender ao cliente capaz de garantir sua sobrevivência econômica. Um recorde para pequena empresa em dificuldade. Mudanças foram sutil alargamento na carroceria; para lamas frontais com faróis retangulares, e na tampa traseira. Internamente re arranjo buscando mais espaço; aposição de painéis de madeira para valorizá-lo.

Conta a paranaense Gazeta do Povo Ali dispendeu o período em Curitiba, dando expediente na fábrica, sugestões, acompanhando até exportá-las à Arabia Saudita.
A Araucária respirou esperança ante o traçado inicial de vendas – entre 400 a 1440 unidades – para esse, faturamento de US$ 36M, - US$ 25 mil/cada.
Para trás

O tempo drenou expectativas. Polêmico Mohammad Al Fassi, residindo na Arábia Saudita, além de comportamento anti social, gastando US$ 2M anuais apenas em roupas, sustentando uma assessoria com 75 pessoas, cometeu a impropriedade de apoiar o ditador Sadam Hussein, sendo obrigado a correr para os EUA com suas quatro mulheres, filhos e boa parte de bens móveis, incluindo dois Boeing 707. Teve vida curta, morreu aos 50 anos, em 2002.

A tentativa de trabalhar para ganhar dinheiro perdeu fôlego e interesse, e a desistência abalou o trêfego caixa da Araucária, já penalizada pelo mercado ruim, descapitalizada pelos investimentos para modificar o produto, no investir em estrutura e estoque para atender à encomenda. Tropicou e foi comprada pelo fabricante de auto peças Nívio de Lima transformando-a em Alfa Metais, reatando produção. Faleceu precocemente, cessando a produção do Puma.

Com a mudança de vida de Mohammad Al Fassi, feneceu o ponto terminal, Ali refluiu, incluindo outra vertente tentada, com a gaúcha Aldo Auto Capas, fabricante do também pretensamente esportivo Miura.

Último
Da contida pré série, derradeira carroceria Puma Al Fassi 003, então preparada por precaução, relata Nicoliello, ficou guardada de 1987 até 2009, quando Rubem Rossato, diretor da Araucária ao tempo do negócio com Ali, decidiu completá-la. Com auxílio de ex-funcionários do projeto, finalizaram-na, como foram as duas primeiras e exclusivas unidades exportadas para a Arábia Saudita, transformando-a em raridade. Dos Al Fassi exportados, supõe-se existir um remanescente.

Roda-a-Roda
Aqui – Renault quer aproveitar surgimento de serviços de transporte individual, como o Uber, para mostrar as vantagens do Logan – espaço interno, resistência, baixa manutenção. Iniciará movimento em breve.

PSA – Carlos Tavares, número 1 da PSA – Peugeot, Citroën, DS, disse a jornalistas argentinos lançar no Mercosul 17 novos produtos das três marcas. DS é a marca de luxo e terá lojas no Brasil.

Lucros – E informou ter revertido a posição de prejuízo, operando com lucro.

Atrativo – No pacote de incentivo às vendas de seu utilitário esportivo F-Pace, Jaguar criou facilidades: recompra em 24 meses; seguros a 3,88% do valor; pacote de revisões à base de R$ 1 mil/ano.

Dúvidas – Em recente e privada reunião Ford apresentou seu novo motor 1,0 3-cilindros, turbo – o Ecoboost -, 125 cv e 173 Nm de torque, mais potente 1,0 na área do Mercosul. Outros 1,0 Turbo, o Hyundai e VW fornecem 105 cv.

Equação - Entretanto não será nem o mais rápido ou reativo. Ford diz, Fiesta acelera de 0 a 100 km/h em 9,6s. Apesar de menor potência e torque, mais leve, o up! vai da imobilidade aos 100 km/h em 9,5s.


Comparativo – Apresentando seu picape S10, GM fez comparação direta. Começou com o líder HI-LUX Toyota em filmagem de capacidade de ultrapassagem realizada no autódromo Velo Citá em Mogi Guaçu.

Mais uma – Jaguar Land Rover ajustou data de inauguração de fábrica em Itatiaia, RJ: 17, sexta. Não informou a extensão das intervenções industriais. Fábrica pequena, dentro do programa Inovar-Auto, para 18 mil unidades/ano.

Queda – Atualizando testes de impactos e danos a ocupantes, LatinNCAP submeteu Kia Picanto e Peugeot 208. Kia em versão não vendida no Brasil, sem almofadas de ar. Levou nota Zero. Peugeot 208, aqui feito, versão básica, decresceu.

Economia - Em 2014 obteve 4 estrelas para proteção de adultos e 3 para crianças. Novo teste incluiu impacto lateral e resultado piorou pois as barras de proteção foram suprimidas. Entidade não governamental quer padronização internacional dos itens de segurança para reduzir danos físicos em batidas.

Láurea – Prêmio Consumidor Moderno indicou Mercedes-Benz pelo 15o ano como melhor central de relacionamento com cliente de automóveis. Para caminhões, sétima vez. Em 2016 inovou: diretores em rodízio no telemarketing para ouvir clientes, projeto do presidente Philipp Schiemer de integrar a empresa aos usuários.

Solução – Ante queda de vendas do mercado de carros novos, CAOA, revendedora de Hyundai, Ford e Subaru, criou lojas para semi novos. Goiânia, Campinas, S Paulo e pretensões de inaugurar mais 12 em 2016, intenta superar 24 mil vendas. Diz garantir melhor preço, qualidade e procedência.

Festa – Gostas do clima de convívio com outros aficionados, e do friozinho colonial de Tiradentes em julho? Vá ao XXIV Bikefest, 22 e 26 de junho. Aguardam-se 18 mil pessoas em torno de motos clássicas e off road. Mais ? www.productioneventos.com.br 

Antigos – Foi-se Jarbas Passarinho, coronel, ex-governador, ministro, senador. Para antigomobilistas, figura importante. Ministro da Justiça, entendeu impossibilidade de o Contran, Conselho Nacional de Trânsito, criar o requerido conceito de Veículo de Coleção, avalizou-o ao Presidente da República. Deu certo.

Estratégia – 18 e 19 de junho Porsche levará pela 3a vez seu modelo 919 às 24 Horas de Le Mans, mais charmosa da provas de resistência. Quer defender título de campeã, fazer pontos para o campeonato de Endurance FIA.

Por dentro - Disputa de engenharia e pilotagem para atingir resultado de marketing, tem ingrediente importante: planejamento. Levantar cenários de disputa, resultados parciais e opções, paradas de reabastecimento, volume, consumo, distâncias.


Gente – André Barros e Marcos Rozen, jornalistas, deixaram a agência AutoData. OOOO Competentes, premiados, Barros quer ficar no setor. Rozen, tocar seu MIAU, digital Museu da Indústria Automobilística. OOOO Matheus Barral, universitário, 19, premiado. OOOO Vencedor do Alan Mullaly Liderança em Engenharia, certame internacional bancado pela Ford com o nome do presidente que anteviu e criou solução para sobreviver à crise de 2009. OOOO Barral levou US$ 10 mil para auxiliar seus estudos. OOOO Juan Carlos Rodrigues, argentino, engenheiro agrônomo, reconhecido. OOOO Terceiro filho do penta campeão Juan Manuel Fangio. OOOO Sentença judicial, por recentes exames de DNA. OOOO Patrimônio material vem sendo reduzido pelos sobrinhos, incluindo venda de veículos históricos. OOOO

sexta-feira, 27 de maio de 2016

IV Encontro Anual Duke's Air Cooled RJ no Shopping Uptown

O shopping Uptown, na Barra, recebe nos dias 28 e 29 e maio, o IV Encontro Anual do Duke's Air Cooled RJ, grupo fundado em maio de 2012 que reúne proprietários de carros antigos da linha Volkswagen e outras marcas com mecânica boxer refrigerada a ar.

São esperados cerca de mil carros, entre eles Fuscas, Brasílias, Variants, TLs, Kombis, Pumas, Mp Lafers e Porsches. Segundo um dos fundadores do clube e organizadores do evento, Hélcio Magalhães, os proprietários procuram preservar a identidade do modelo, sendo permitidas algumas customizações que eram comuns na época em que foram lançados. “Seguimos também alguns estilos de restaurações que são comuns na Cultura Air Cooled como: Cal-Look, Rat Look, Resto-Cal, German Look e VEB”.

De acordo com Hélcio, o investimento é altíssimo, e alguns casos, os detalhes são tantos que os carros chegam a demorar meses ou até anos para ficarem prontos. 

Mercado de Pulgas - Como é tradicional em eventos de carros antigos, haverá o famoso "mercado de pulgas" com venda de peças novas e usadas originais. Haverá ainda representantes de peças de alto desempenho como câmbios e rodas das marcas Empi, Moon Eyes, Scat e stand de empresas especializadas em embelezamento automotivo representando a Meguiar's, a Mothers e a 3M.

Food e Beer Kombis servirão uma grande variedade de hambúrgueres, massas e cervejas artesanais.  Nos dois dias de evento, cinco bandas de rock se apresentarão.


IV Encontro Anual Duke's Air Cooled RJ
Data: 28 e 29 de maio, sábado e domingo
Local: Uptown – Av. Ayrton Senna, 5500,  Barra da Tijuca
Horário: das 09h às 19h
Informações: 3030-5500


domingo, 7 de dezembro de 2014

Auto Show promove Noite do Puma e DKW no Pavilhão do Anhembi


Na próxima terça-feira, 09 de dezembro, o Auto Show Collection promove um encontro de carros antigos com o tema “Puma e DKW” em um evento indoor no Pavilhão do Anhembi.



O evento co-organizado pelo Puma Clube e Três Cilindros Clube contará a história dos dois modelos, desde os modelos DKW fabricados no Brasil pela Vemag a partir de 1956 equipados com o motor de três cilindros dois tempos, passando pela  Puma GT Malzoni lançada em 1964, e a sucessão da linha Puma a partir de 1967 equipadas com o motor boxer da Volkswagen (inicialmente o 1500cc e depois o 1600cc a partir de 1968) e também o modelo GTB com mecânica Chevrolet derivada do Opala.

Este será o penúltimo encontro do ano na temporada 2014 do Auto Show Collection. O evento terá outras atrações tradicionais como a área de compra e venda de veículos antigos, exposição de veículos especiais customizados, mercado de pulgas com dezenas de opções para compra de peças e acessórios, área de modelismo com pista para veículos RC, área para Jeeps e veículos 4X4, e serviços como praça de alimentação e cantina, estacionamento para visitantes, rádio feira entre outros.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Linha Puma e DKW recebem homenagem no Anhembi


Na próxima terça-feira, 15 de outubro, o Auto Show Collection promove no sambódromo do Anhembi a “Noite Puma e DKW” em homenagem aos clássicos nacionais que fizeram sucesso entre os anos 1960 e 1980. O encontro organizado em conjunto com o Puma Clube e Três Cilindros Clube, reunirá modelos como o sedan Belcar, a perua Vemaguet e toda a linha Puma com os esportivos nacionais lançados por Rino Malzoni em 1964. 

Além da exposição dos veículos na pista do sambódromo, o evento terá um desfile para lembrar a trajetória dos modelos. O desfile terá o sedan Belcar e a perua Vemaguet lançados em 1958 com sua exclusiva mecânica com motor dois tempos de três cilindros, passando pela Puma de 1966 que usava o mesmo motor, até os modelos marcantes fabricados a partir de 1968 sobre o chassi do Karmann Ghia e motor boxer refrigerado a ar.Além da “Noite Puma e DKW” o Auto Show Collection promove ainda uma competição de arrancada para carrinhos de rádio-controle. Uma pista com 60m lineares será montada no sambódromo, com toda a estrutura disponível nos grandes eventos para os fãs do modelismo.


O Auto Show Collectioné o maior encontro periódico de veículos antigos e especiais do Brasil e parte integrante o calendário cultural da cidade de São Paulo. Nas noites de terça-feira, o evento reúne de seis a oito mil pessoas no sambódromo. Além da exposição na pista o evento conta com outras atrações tradicionais como a área de compra e venda de veículos antigos com centenas de ofertas, exposição de veículos especiais customizados, mercado de pulgas com dezenas de opções para compra de peças e acessórios, área de modelismo com pista para veículos R/C, área para Jeeps e veículos 4X4, motocicletas e serviços como praça de alimentação, seguranças e organizadores dos espaços, estacionamento para visitantes, rádio feira entre outros. 

terça-feira, 23 de abril de 2013

Lançado o 3º Rallye 1000 Milhas Históricas Brasileiras



A 3ª edição do Rallye Internacional 1000 Milhas Históricas Brasileiras já tem data marcada. A prova que faz parte do calendário mundial da Federação Internacional de Veículos Antigos (FIVA) será realizada entre 19 e 23 de junho e deverá ter a participação de mais de 50 carros clássicos, fabricados entre 1919 e 1980, de diversos estados brasileiros e do exterior. O lançamento e apresentação do evento aconteceram nesta terça-feira (23/4) no Shopping Iguatemi, em São Paulo (SP), local da largada e chegada da prova.

"Depois do sucesso das duas primeiras edições, esperamos que a prova deste ano seja ainda maior, com mais inscrições, nível técnico ainda melhor e com muita emoção e diversão para os participantes. Com certeza será um belo cenário para a mídia e para os fãs de carros clássicos", afirma Luis Cezar Ramos Pereira, piloto de rallye e Diretor da Prova. 

Prova organizada pelo MG Club do Brasil largará da Capital de São Paulo, passando por Mogi-Guaçu (SP), onde realizará uma competição de regularidade no Autódromo Velo Città, seguindo para Águas de Lindóia. Depois, Angra dos Reis (RJ), Caxambú (MG), Campos do Jordão (SP) e após 1.680 km retorna novamente ao Shopping Iguatemi (SP-Capital).


"Este ano serão cinco dias de competição, com redução da quilometragem total, passando de 1.850 para 1.680 quilômetros. Teremos como maiores novidades a inclusão da prova no mais moderno autódromo do Brasil, o Velo Città, no primeiro dia, e a prova noturna no encerramento", anuncia o Diretor de Prova.

Regida pela regras da FIA-Historic e homologado pela FIVA, a prova será no formato de rallye de regularidade, com médias controladas entre 50 e 80 km/h, percorrendo estradas vicinais, serras, montanhas, indo do nível do mar a quase dois mil metros de altitude, com mais de 3.000 curvas, inclusive com uma prova noturna subindo e descendo serras desafiadoras de Campos do Jordão.

"A Noite do Saci, nome que demos para a prova noturna está confirmada e serão 90 quilômetros sob total escuridão, com Lua Nova, e que possivelmente irá estabelecer o vencedor deste ano", prevê Luis Cezar.

A expectativa é que haja a participação de mais de 50 preciosidades, avaliadas em milhões de reais, entre Rolls-Royce, Triumph, Jaguar, MG, Mercedes-Benz, BMW, Porsche, Ferrari, Lancia, Alfa-Romeo, Mustang, Thunderbird, Alpine, Volvo e nacionais como Puma, VW e Karmann-Ghia, entre outros, com o mínimo de 90% de originalidade e com passaporte FIVA.

Alguns dos carros inscritos tidos como exclusivos e únicos no Brasil são Ford Escort MK1; Volvo Amazon; Fiat Abarth Rally 124; Alpine A110 e MGV8. Outros carros como Lancia Fulvia Rally e Saab 850 Sport estão cotados a participarem. Estes carros são tidos como míticos nos rallies internacionais, ganhadores nas suas épocas, e hoje estrelas das provas históricas.

Entre os pilotos inscritos o MG Club espera que Nelson Piquet, Roberto Pupo Moreno e Wilson Fittipaldi voltem a participar, além de aguardar a confirmação de Emerson Fittipaldi e de grandes empresários e profissionais liberais colecionadores de carros antigos, e de duplas da Alemanha, Portugal, Argentina e Uruguai. 


"Este ano os competidores estão menos curiosos e mais competitivos, e os carros mais preparados. A maioria já teve experiência nas duas edições anteriores. Portanto, a competição vai ficar ainda mais apertada", destaca Luis Cezar. 

Na primeira edição a prova foi vencida pela dupla gaúcha Rogério Franz e Mário Nardi, com Triumph TR4 (1962), seguidos da Mercedes-Benz 500SL (1980) de Henrique Thielmann e Lucas Larivoir, e de Julio Berriel e Vera Nonaka com Mercedes-Benz 350SL (1973). No ano passado a vitória ficou com a dupla mista carioca Gilbert e Raquel Landsberg, com Jaguar MK2 (1962), seguidos de Christian De Rey e Fred Macedo, com Corvette (1963) e Franz/Nardi desta vez em terceiro.

Participantes e inscrições

Os participantes serão divididos em classes, conforme sua experiência e equipamentos de navegação: Master A - Dupla de piloto e co-piloto experientes, com direito a equipamento de navegação acoplado ao veículo; Master B - Dupla de piloto e co-piloto iniciantes (ou não), que utilizam somente o hodômetro do carro e cronômetro (digital ou analógico); Turismo - Concorrentes não submetidos a níveis técnicos, só seguindo o roteiro estipulado, e por isso, não participam da premiação principal. Haverá ainda o Troféu Feminino (Coupe des Dames), para a melhor dupla composta por mulheres.

Os veículos admitidos a participar, serão classificados nas seguintes Categorias:
Categoria C (Vintage) - de 01.01.1919 a 31.12.1930
Categoria D (Pós-Vintage) - de 01.01.1931 a 31. 12.1945
Categoria E (Pós-Guerra) - de 01.01.1946 a 31.12.1960
Categoria F (Histórico) - de 01.01.1961 a 31.12.1970
Categoria G (Clássico) - de 01.01.1971 a 31.12.1980

Subdivididos nas seguintes Classes:
Classe 1 - Cilindrada até 1.300cc (média baixa)
Classe 2 - Cilindrada acima de 1.300cc até 2000cc (média alta)
Classe 3 - Cilindrada superior a 2.000cc (média alta)

As inscrições das 1000 Milhas Históricas Brasileiras já estão abertas. Informações com a secretaria do evento: Solange Gomes Silva secretariamg@terra.com.br / mgcbr@mgcbr.com.br; (de terça-feira à sexta-feira das 15h00 as 18h30 - Telefone: 00+55+11+3673-5065 / Fax: 00+55+11+36757489). Valor das inscrições R$ 2.000,00 até o dia 30/04/13 (após essa data o valor será de R$ 2.500,00).

Programação

07/06/13 - 16h00 - Encerramento das inscrições;

10/06/13 - 14h00 - Publicação da Lista dos Inscritos;

18/06/13 - Vistoria: 15h30 as 18h00. Local: estacionamento externo traseiro do Shopping Center Iguatemi - São Paulo - Capital. Coquetel de boas vindas (18h00) e Parque fechado a partir das 20h00;

19/06/13 - Dia 1: 07h00 - Largada do Shopping Center Iguatemi (São Paulo - Capital). Autódromo Velo Cittá (prova de habilidade) Mogi Guaçu - Almoço no local. A partir das 16h00 parque fechado em hotel a ser determinado;

20/06/13 - Dia 2: 08h00 - Largada do Hotel em Mogi Guaçu, em direção a região de Angra dos Reis-RJ. A partir das 16h00 Parque fechado no hotel sede em RJ;

21/06/13 - Dia 3: 08h00 - Largada do hotel (Angra dos Reis-RJ). A partir das 12h00 almoço no Hotel São Gotardo (Itamonte-MG). A partir das 16h00 Parque fechado no hotel sede em MG;

22/06/13 - Dia 4: 08h00 - Largada do hotel (Caxambú ou Poços de Caldas-MG). Chegada em Campos do Jordão-SP - almoço e jantar (Parque Fechado). Re-largada para prova noturna a partir das 18h00. A partir das 23h00 Parque fechado no mesmo hotel sede; 

23/06/13 - Dia 5: 10h00 - Largada em Campos do Jordão. A partir das 14h00 chegada em Parque fechado no estacionamento externo traseiro do Shopping Center Iguatemi (São Paulo-SP). A partir das 20h jantar de gala de premiação em São Paulo (SP).

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Puma e Fiat serão homenageadas no Encontro de Carros Antigos do Galleria

A edição de outubro do Encontro de Carros Antigos do Galleria Shopping, organizado pelo Clube V8&Cia, fará uma homenagem ao lendário Puma e também aos modelos Fiat. O evento será realizado no dia 30, domingo, a partir das 8h no estacionamento do shopping, em Campinas. Promovido todo último domingo de cada mês, o Encontro de Carros Antigos já virou uma tradição na região de Campinas, atraindo cerca de 300 expositores a cada edição. É uma excelente opção de passeio e também reúne venda de peças, acessórios, camisetas, bonés, revistas, miniaturas e todo tipo de artigo relacionado ao antigomobilismo.     Além de gerar entretenimento e cultura, o Encontro de Carros Antigos possui cunho social. Para participar, os proprietários de veículos devem levar 1 kg de alimento não-perecível, que será doado para entidades assistenciais de Campinas e região.

História

A história do Puma, conhecido como o “esportivo brasileiro”, começou na década de 1960, com um fabricante de cachaça chamado Genaro "Rino" Malzoni. Depois de sonhar por alguns anos com um esportivo totalmente nacional, Rino Malzoni decide em 1964 dar asas à imaginação. Utilizando o chassi e componentes mecânicos do DKW-Vemag, que era fabricado no Brasil, nasce o primeiro protótipo do esportivo brasileiro que, passados alguns anos, se tornaria um sucesso no Brasil e em vários países do mundo, inclusive Japão, África do Sul, Suíça e EUA.
        
Para levar avante o projeto, Rino Malzoni chama os amigos Milton Masteguin, Mário César Camargo Filho e Jorge Lettry e assim, na fazenda de Malzoni, em Matão, no interior de São Paulo, inicia-se a produção dos protótipos. O sonho vai ganhando seriedade e em outubro do mesmo ano a empresa instala-se em São Paulo, num galpão na avenida Presidente Wilson, com a denominação de Automóveis Lumimari Ltda.. A palavra Lumimari vem das primeiras duas letras do nome da nova formação de sócios/projetistas: Luiz Roberto Alves da Costa, Milton Masteguin, Mário César Camargo Filho e Rino Malzoni.
        
Surge, com 3,99 metros de comprimento, 1,6 metro de altura e 1,2 metro de largura, o DKW-Malzoni. O motor de três cilindros de dois tempos, 981 centímetros cúbicos, desenvolvia 60 cv a 4.500 rpm. Com sua carroceria de fibra de vidro muito leve (o carro pronto pesava 810 kg) e a boa aerodinâmica, não era sentida a falta de uma motorização mais forte. O DKW-Malzoni atingia 145 km/h, o que para a época era muito bom. O câmbio era de quatro marchas, embreagem monodisco e freios a disco na dianteira (opcional). Antes mesmo de começar a comercialização ao público, o DKW-Malzoni logo foi para as pistas de corrida e o sucesso foi imediato. De cara venceu o GP Taça das Américas, em São Paulo, e os 500 Quilômetros da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. No ano seguinte, a fábrica continuou a vender apenas protótipos para competição e o sucesso permanecia.
        
Em 1966, a Lumimari apresenta no V Salão do Automóvel, em São Paulo, a versão Espartano, com todos os itens de luxo que um carro da categoria merecia. Com o modelo aprovado em todos os sentidos, a Lumimari muda de nome e vira Puma Veículos e Motores Ltda., e o carro recebe a denominação de Puma GT.No primeiro ano de atividade comercial da Puma, apenas 35 veículos de rua foram comercializados. Já no ano seguinte, 1967, a produção cresce 200% e são vendidos 125 carros. Nas competições o sucesso é ampliado.
        
Porém, durante o ano de 1967, o mercado brasileiro sofria grandes mudanças. A Chrysler absorve a Simca; a Volkswagen assume o controle da Vemag e a Ford compra a Willys. Logo a Volkswagen interrompe a produção do DKW e um novo projeto para a Puma era inevitável.Solução: surge em 1968 um novo Puma, com design mais agressivo e bonito, motor VW 1500 e chassi de Karmann Ghia. Apesar da menor distância entre eixos, as dimensões permaneceram com poucas alterações, porém, motor e câmbio traseiros modificaram o seu comportamento dinâmico, tornando muito sobresterçante.
        
Apesar de o motor ter maior cilindrada, quatro cilindros tipo boxer, opostos dois a dois, a potência era praticamente a mesma: 40 cv a 4.400 rpm. Mas a velocidade máxima aumentou 5 km/h, passando a atingir 150 km/h.Em 1970, o Puma ganha as alterações introduzidas pela Volkswagen no Karmann Ghia, passando a contar com o motor de 1,6 litro, que desenvolvia 70 cv a 4.700 rpm. Apesar das melhorias, o Puma estava longe de ser um verdadeiro GT, mesmo atingindo a boa marca de 170 km/h de velocidade máxima e acelerando de 0 a 100km/h em apenas 15,1 segundos.Sabendo dessa deficiência, os fabricantes começaram a oferecer como opcional motores “envenenados” com cilindrada ampliada, que variava de 1.700cc a 2000cc. Sucesso no mercado brasileiro, com vendas aumentando a cada ano, a Puma Veículos e Motores Ltda. começa a receber os primeiros pedidos do exterior. Em 1971, chega a versão spider (conversível), denominada de Puma 1.600 GTS, enquanto a versão fechada passa a ser a 1.600 GTE.
        

A Puma cresce e a família também. Assim, em 1972 é apresentado o Puma GTB. Equipado com o motorzão do Opala, o 4.1 litros de 140cv a 4.000 rpm, o novo Puma atingia velocidades superiores a 180 km/h e tinha linhas bonitas e muito esportivas. Logo seria um sucesso e o carro dos sonhos dos mais abastados.A Puma continuava sua trajetória de sucesso e entrava também na produção de caminhões. Ao longo dos anos, os modelos iam ganhando atualizações e mais adeptos. No início dos anos 90, com a abertura das importações, modelos verdadeiramente esportivos, com concepção moderna e com preços mais acessíveis chegaram ao mercado brasileiro, declarando aos poucos a morte da Puma.


quarta-feira, 21 de setembro de 2011

PUMA CLUBE-CE PRESTIGIA 3º ENCONTRO ANUAL PLANETA FUSCA

Sob o comando de Fred Guilhon e Izabel Romcy o 3º Encontro Anual Planeta Fusca cresce a cada ano e nesta edição recebeu o apoio oficial do Puma Clube do Ceará com a participação de muitos exemplares dos mais diversos modelos. Parabéns a todos os envolvidos neste brilhante evento  e que venha a quarta edição em 2012.

IZABEL ROMCY E FRED GUILHON OS RESPONSÁVEIS PELO SUCESSO DO EVENTO