quinta-feira, 3 de julho de 2014

RANGE ROVER EVOQUE CHEGA A 161 PRÊMIOS CONQUISTADOS AO REDOR DO MUNDO

Mais vendido Land Rover em todo o mundo, o Range Rover Evoque recebeu recentemente mais três prêmios importantes ao redor do mundo. Com isso, o modelo chega a 161 prêmios recebidos desde seu lançamento, no final de 2011.

Recentemente, o modelo recebeu 94% de aprovação no quesito sistema de som e entretenimento. Níveis de conectividade e facilidade de manuseio dessas tecnologias foram os quesitos de avaliação.

Para Murray Dietch, diretor de programas da Land Rover, “ter esse tipo de reconhecimento por leitores das revistas especializadas e pelos proprietários do modelo ao redor do mundo é uma grande honra para a Land Rover.Isso é a retribuição perfeita a todos os nossos esforços em produzir um veículo único dentro do segmento de SUVs premium. Isso mostra que nós conseguimos elevar ainda mais nosso nível de tecnologia embarcada, dentro do nosso segmento”.O Range Rover Evoque traz consigo um conjunto de tecnologias focadas exclusivamente em proporcionar conforto, segurança e extremo prazer em dirigir, seja no asfalto ou em qualquer outro tipo de terreno.

O Range Rover Evoque é equipado com uma série de tecnologias que permitem o tráfego em diversos tipos de terreno, mesmo nas mais desafiadoras situações. O sistema 4X4i, por exemplo, monitora continuamente a dinâmica do modelo, trazendo informações sobre a condução na tela localizada no painel central. Para proporcionar total controle e conforto aos ocupantes, o Range Rover Evoque pode ser equipado com um sistema de cinco câmeras que mostram ao motorista uma visão de 360° do lado de fora.O modelo é equipado também com a tecnologia ACC – Adaptive Drive Control, que reduz e aumenta a velocidade automaticamente quando o modelo se depara com outro mais lento à sua frente.

Para o máximo de otimização do uso do combustível, o Range Rover Evoque é equipado com o sistema ECO-Drive, que interrompe o funcionamento do motor em situações de congestionamento e religa todo o sistema ao menor toque no acelerador ou imediatamente após o motorista tirar o pé do freio.


Apresentado ao público durante o segundo semestre de 2011, o Range Rover Evoque é um sucesso absoluto em vendas desde então. O modelo conquistou 161 prêmios ao redor do mundo, muito em função de proporcionar um design único, acabamento impecável, ampla capacidade para trafegar nos mais variados tipos de terreno e um motor 2.0 turbo de 240 cv que traz alto desempenho, principalmente por fazer conjunto com a transmissão de última geração ZF de nove velocidades.

Chevrolet oferece preço de concessionária para os consumidores

A Chevrolet estreou ontem, dia 02 de julho de 2014, uma campanha inédita de varejo com abrangência nacional: quem comprar um carro zero quilometro da marca vai pagar o mesmo preço que a Concessionária paga. A ação é válida até o dia 15 de julho e será divulgada por meio de campanha publicitária nos principais veículos de comunicação do país.

A promoção contempla dez modelos Chevrolet, entre eles Celta, Classic, Onix 1.0 litro, Prisma 1.0 litro, Captiva, Spin LT, Agile, Cobalt, Sonic e Cruze Sedã.


Outra novidade desta campanha é a criação de um site de ofertas na Internet com a divulgação das condições especiais. A consulta pode ser feita por meio do endereço eletrônico www.precochevrolet.com.br.A campanha que divulga a novidade é composta por filme para TV aberta e fechada, forte estratégia digital e anúncios regionais. A assinatura da campanha é “Chevrolet a Preço de Concessionária - Você vai pagar o mesmo que as concessionárias pagam”.

TMD/COBREQ COLOCA NA REPOSIÇÃO PASTILHAS DOS FREIOS DIANTEIRO E TRASEIRO DO FOCUS 2014

A TMD Friction do Brasil colocou, no mercado de reposição nacional, suas pastilhas de freio Cobreq – dianteiras e traseiras - para o Ford Focus Sedã e Hatch ano 2014. Estas pastilhas abrangem os modelos S Power Shift, SE Power Shift, Titanium Power Shift e Titanium Plus Power Shift.

Com a mesma qualidade das pastilhas de freio originais, as da marca Cobreq estão dimensionadas para suportar com facilidade as exigências de frenagem geradas pelo Ford Focus, cujos modelos são equipados com motor 2.0L de 178 cv (álcool) e 175 cv (gasolina) a 6.500 rpm.


No mercado, as pastilhas de freio da linha do Ford Focus são encontradas por meio da referência Cobreq N-190 (dianteiras) e referência Cobreq N-187 (traseiras) para este veículo automático de seis marchas, rodas de liga leve 7x16 ou 7x17 e pneus radiais 215/50 R17.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Com 717 cv, Dodge Challenger SRT Hellcat é o muscle car de série mais poderoso de todos os tempos


No dia em que a Dodge inicia as comemorações de seu centenário, o novo Dodge Challenger SRT Hellcat tem sua potência finalmente anunciada, após mais de um mês de expectativa: 717 cv. Número que faz dele não apenas o Challenger e o Dodge V8 mais forte já fabricado, como simplesmente o muscle car de série mais potente da história. Tanta força vem do inédito motor HEMI Hellcat de 6,2 litros com compressor, que produz 717 cv de potência e 89,8 kgfm de torque.

Essa usina de força do Challenger SRT Hellcat é o primeiro motor HEMI supercomprimido de fábrica e também a primeira aplicação de um V8 sobrealimentado na Dodge e na SRT. Outra primazia do novo Dodge Challenger SRT Hellcat dentro do Grupo Chrysler é ter duas chaves - uma preta e outra vermelha. Somente a vermelha é que libera os 717 cv e todo o potencial do HEMI Hellcat, enquanto a chave preta limita o motorista a uma potência de "apenas" 500 cv.

Além do poderio arrebatador do inédito propulsor, o novo Dodge Challenger SRT Hellcat foi totalmente reformulado para ser o melhor muscle car da atualidade, com muito estilo e tecnologia. Prova disso são o novo câmbio automático TorqueFlite de oito marchas e o inteiramente novo interior inspirado no clássico Challenger 1971. Em relação à transmissão, também está disponível uma caixa manual de seis marchas, da Tremec, a mesma que equipa o Dodge Viper.


Para ver um pouco do que o Dodge Challenger SRT Hellcat é capaz, assista a este vídeo.

Citroen comemora dois anos na marca DS na China


A marca DS comemora seus dois anos de existência no maior mercado de automóveis do mundo, a China. Para comemorar a data, clientes, distribuidores, jornalistas, parceiros e representantes da Marca e de sua co-empresa se reuniram no DS WORLD de Xangai no último sábado, dia 28 de junho.

Na programação das festividades, a entrega de um DS 5LS ao 10.000º cliente, o lançamento do DS Club e a apresentação do interior do DS 6WR, o primeiro prêmio SUV Premium da marca, cuja comercialização é prevista para o final de setembro de 2014.

Para Yves Bonnefont, diretor geral da marca DS, "DS na China já significa uma rede de sessenta pontos de venda. Quer dizer também, com o lançamento do DS 6WR no terceiro trimestre, a comercialização de três modelos produzidos localmente. E tudo isso em apenas um ano!”.

Em 28 de junho de 2012, durante uma grande cerimônia em Pequim, a marca DS foi criada com uma gama formada pelos modelos DS5 e DS4, ambos importados. Em seguida, em setembro de 2012, chegou ao mercado chinês o esportivo compacto DS3. No que se refere à rede de concessionárias, o DS Store de Nanjing foi inaugurado em 20 de junho de 2012, o primeiro ponto de venda no mundo de uma rede dedicada exclusivamente à marca DS.Hoje, a DS conta com um DS WORLD, o primeiro flagship da marca situado em Xangai, na Nanjing Road (a avenida considerada como sendo a mais prestigiada da China) e 60 DS Store, sendo 51 concessões e 9 anexos de venda chamados de “city format”. Um resultado alinhado com o objetivo de cobrir as 70 maiores cidades chinesas, com 100 pontos de venda até o final de 2014.

O 10.000º cliente que se sentou atrás do volante de um DS foi a Sra. Guan Zhenyan, uma jovem mulher de 29 anos que, durante a celebração de aniversário no DS WORLD, recebeu das mãos de Arnaud Ribault, diretor geral da DS na China, as chaves do novo DS 5LS.

Esta cerimônia foi também a oportunidade para anunciar o lançamento do DS Club, que tem como finalidade criar a comunidade dos clientes DS na internet. O DS Club é também um fórum on-line para trocas de informações entre a marca e seus clientes, e entre os próprios clientes. Ele também permite encontrar informações sobre ofertas de produtos, serviços ou outras dúvidas em relação à Marca. Enfim, o DS Club oferece um programa de patrocínio que procura fidelizar os clientes atuais e prospectar novos. Logo, o DS Clube evoluirá para oferecer serviços exclusivos para os membros da comunidade, tais como viagens com temáticas DS, como o luxo parisiense.


O ponto alto da cerimônia de aniversário foi a apresentação, em exclusividade mundial, do interior do DS 6WR, o primeiro SUV premium da Marca, cujo exterior foi apresentado em abril no Salão do Automóvel de Pequim. Assim como o seu estilo exterior, o interior do DS 6WR alia robustez e requinte. Ele foi concebido para enriquecer o conforto e o bem-estar de motorista e passageiros, mas sem reduzir sua força e seu caráter assumido de SUV. Assim, o DS 6WR transpõe a sofisticação e o requinte herdados do sedã para o universo dos utilitários esportivos. Um caráter tipicamente DS para que cada viagem seja uma experiência única e sensorial. Basta esperar até o fim de setembro de 2014 para apreciar o DS 6WR nas estradas chinesas. Vamos ficar de olho!

Roberto Nasser - De carro por aí

Coluna 2714 02.07.2014 - edita@rnasser.com.br

A re invenção do Sandero
Mudar tudo sem mudar o conceito. Este é da boa formulação, espaço interno, rodar agradável e de baixo custo e, sobretudo, manter o rótulo de derivado do Logan, e sua positiva fama de carro perto do inquebrável. O desafio é para o novo Sandero, imposto a engenheiros e designers da Renault no Brasil – onde surgiu -, repetir a fórmula sobre a nova plataforma do Logan – e manter o fluxo de caixa na Renault, com densa representação de 40% nas vendas da marca no país. A versão anterior do Sandero, ainda em remanescentes unidades nas revendas, vendeu 500 mil unidades.

O Novo seguiu o caminho aberto pelo Logan, ser montado sobre plataforma amplamente revista – estrutura; direção, freios, suspensões, e novas sensações aos usuários, no visual e pelo emprego de melhores materiais e texturas mais agradáveis ao contato. Implementou o conforto, com ar condicionado automático, mudança do sistema elétrico antigo para o uso do sistema multiplex, capaz de suportar todas as atuais exigências e frescuras eletrônicas, sensores, comandos, interligações – sistema tradicional exigiria fios aos quilômetros. Na parte relativa à evolução do sistema Media NAV, central multimedia, uma de suas funções é ser o controle do piloto automático. Não é boiolice tecnológica, pois demandada em 75% dos Logan. Nele, além, dois programas: um avalia os dados obtidos durante a condução. Outra aconselha posturas no dirigir buscando otimizar a economia. Muitas funções, mas não inclui uma, simplória, porém exigência do dia, a câmera de ré.

No geral, em relação à geração passada, em últimas unidades a preços induzidos, mudaram-se 80% das peças.  Mantém a garantia total de três anos.Visualmente tem o traço personalizante do novo designer chefe da marca, com o losango como logo dividindo o painel frontal e a linha lateral superior, do capô à traseira do carro.

Opções
Motores 4 cilindros, bloco em ferro, cabeçote em liga leve, 1.0, 16 v, 77/80 cv – nota A no Programa federal de redução de consumo -; e 1.6, 8V, 98/106 cv. Decoração em padrões Authentique, Expression e Dynamique. Motor 1.0 mandatório na Authentique, opcional na Expression, indisponível em Dynamique.

Transmissão mecânica por cinco velocidades, sem opção de automática.
Chegado na crise que contrai 15% das vendas, a Renault implementará vendas do Sandero com equipamentos extra, e instigará melhor relacionamento com os revendedores da marca. Aliás, no geral, esta crise fere em especial duas categorias: fornecedores de auto peças e revendedores.

O Novo Sandero mantém a regra adotada pelo Logan. Mudar, deixando de ser simplório instrumento de mobilidade, para ganhar equipamentos e confortos para elevar-se no mercado, incorporando mais cuidados construtivos e itens de conforto.
Quantos
R$
Authentique
    29.890
Expression 1.0
    34.990
Expression 1.6
    38.590
Dynamique
    42.390

Na prática a opção mais equilibrada, especialmente por itens de conforto e segurança, é a Expression 1.6

Argentina permite os fora de série
Uma aragem de bom senso automobilístico perpassou a Argentina. Seu Congresso aprovou projeto dos deputados Paula Bertol e Eduardo Amadeo, autorizando a re fabricação de veículos antigos e a produção de esportivos. A atividade, na qual os argentinos tem inegável talento, estava vedada pelo cartorialismo latino: para impedir que velhas estruturas mecânicas de ônibus recebessem carrocerias novas e fossem assim considerados, colocando em perigo usuários e terceiros pelo uso de mecânicas desgastadas, passaram o rodo de maneira ampla e irrestrita, barrando os carros de pequena produção ou, como lá dizem, AFF – armados fuera de fabrica.

Boa parte da talentosa mão de obra se dispersou, e a restante dedicava-se a executar bordados jurídicos-mecânicos, fazendo interpretação artesanal dos desvãos legais. Na prática, usar o martelo e o taço para ocupar a lacuna da lei. Outros aplicavam-se a apenas produzir para exportações, mercado factível a poucos, equilibrando-se no garrote legal que, embora não vedasse formal e legalmente a produção, impedia o licenciamento, situação responsável por praticamente inviabilizar os que não ousaram interpretar o texto legal.
Nova legislação para o setor exige cautelas técnicas – para réplicas, projetos e aprovações originais -; em criação, mesma base em técnica e responsabilidade.

A atividade, segundo associação dos fabricantes e os parlamentares que a defenderam, sustentava 1.000 famílias, tem seu píncaro nos Pur Sang, imbatíveis réplicas de Bugattis e Alfa Romeo, construídas em Paraná, a 400 km de Buenos Aires, fabricação manual de verdadeiros clássicos, incluindo motores e toda a estrutura mecânica !

Outra referência, vencedor ex piloto, Nestor Salerno, instalado nas beiradas do desativado aeródromo de San Torquato - 50 km da Capital -, produz réplicas de puros sangue, como Ferrari GTO – um destes alcançou ano passado, em leilão italiano, US$ 8,2M – 1/3 do valor venal de um dos 27 GTO originais. Mesmo Salerno tem credenciamento da Lotus, ao tempo do mítico fundador Colin Chapman, para produzir – não é réplica -, o lendário Lotus Seven.

A barreira legal inviabilizadora foi afastada e a produção pode ser retomada.

Roda-a-Roda

Negócios – No processo de juntar facilidades e sinergias, reduzir custos, garantir sobrevivência, a Daimler – entenda Mercedes – e a Aliança Renault-Nissan investirão 1B Euros na fábrica Nissan de Aguas Calientes, México.

Produtos – Efetivarão a fórmula imaginada – como contou a Coluna ao início de 2013 - da fábrica Nissan em Rezende, RJ: montar Mercedes. No caso, desenvolverão motor e plataforma comum para as duas marcas. Produção Nissan em 2017, Mercedes 2018, pico de capacidade 300 mil unidades em 2021.

O que -  Infinity diferente dos conhecidos, mas veículo de menor porte, cupê, sedã e novo utilitário esportivo dividindo plataforma e motores com os sucessores dos Mercedes classes A, B, GLA e CLA.

México ? – Mercados dos EUA e Canadá à mão, custos industriais menores, ausência de inimigos climáticos, e boa política comercial com o mundo. Dentre os latinos, os mexicanos detém as melhores condições.

Controle – Renault assumiu 67% das cotas da empresa que controla a AutoVAZ, maior fabricante russa – faz os Lada.

E ? -  Osamu Suzuki, 85, mais um ano à frente da Suzuki. Companhia familiar, sucessão pouco clara, maior percentual de lucro no setor ano passado. Tais condições podem auxiliar as negociações com a Fiat Chrysler.

Pânico – A GM chamou a re call mais 4,8 milhões de veículos. Não consegue saber a extensão dos problemas, acidentes, perdas e mortes pela economia sem higiene de diminuir componentes da fechadura de ignição. Seja qual for a extensão do problema, custar-lhe-à muito, e o governo estadunidense, após torrar US$ 10B dos contribuintes para salvá-la, não bisará o socorro.

Resultado – As falhas que motivam os re calls dão prejuízo, matam, fazem trocar presidentes. Desequilibram o caixa e, em tal volume, desestimulam os acionistas a aplicar poupança nas empresas para indenizar erros de engenharia ou omissão assumida. Os eventos com a Toyota e a GM devem mudar as regras mundiais de procedimento.

Mini Truck – É como se enfeita a denominação dos mini picapes chineses. A Lifan, com montagem no Uruguai, traz seu modelo Foison, com tentativa adequação às características brasileiras e às operações de manutenção.

E ? – Difícil inventar em tais caminhõezinhos, mas o Foison tenta: motor 1.3, 85 cv, 11,3 kgf.m de torque -, contra demais motores 1.0; caçamba maior, 2,80mx1,52mx0,33m, para 800 kg. Duas versões: básica, R$ 34.900, e completa, com ar condicionado e direção assistida, R$ 37.990.

De volta – Conhecida atualmente como fabricante do bem bolado esportivo Atom, a Ariel, marca sobrevivente e ativa quando produzia motocicletas com motores de quatro cilindros, entre 1930 e o fim da década de ’50s, voltou à atividade de fabricar motos. Faz a Ace.

Montando – Configura as motos sob encomenda, com variáveis em seu chassi exposto, em alumínio polido, suspensão, mantendo motor comum, o Honda V4 VFR 1200. Não tem rádio, aquecedor nas manoplas, para brisas ... É pura performance e adrenalina. Seletiva, entre 100 e 150/ano, a US$ 34.000.

Preparativos – Grupo Chrysler iniciou veicular informações na Internet para instigar mercado e consumidores à novidade do novo Cherokee, e cadastro para informações. Totalmente novo, motor Pentastar 3.200 cm3 e 270 cv, transmissão com 9 ! marchas. Outubro, pré Salão. Mais ? www.jeep.com.br

Mais do mesmo – Como esperado Governo Federal manteve contido – e honesto - IPI sobre os veículos. Com eleições, sem certeza de êxito peto-lulista, e dispensa de mão de obra no setor, não é hora de fomentar preços.

E Mais – Ford marcou data para assinalar a nova operação de sua controlada Troller, fabricante de jipes no Ceará: fábrica arrumada e ampliada, novo produto já em fabricação: 15 julho.

Idem – Fiat idem para o novo Novo Uno. 1o. de agosto.

Ecologia – Novo acessório para quem passa muitas horas no carro, o Casecar tem série de compartimentos para guardar objetos. Reciclado, feito em couro ecológico, mede 21 cm x 31 cm e custa R$ 29. Afim?

Socorro – Utilidade pública trazida pelo grupo ARBR – a turma internética dos proprietários de Alfa Romeo. Se, na faina de manter antigos, você ingerir gasolina, não beba leite. A capacidade de absorção de pequena quantidade deste combustível, é baixa. Assim, deixe quieto, de repouso. Volume de 20 ou 30 ml, recomenda  ida imediata – sem dirigir - ao Pronto Socorro para avaliar necessidade de lavagem estomacal.

Leite – É maléfico, no aumentar a capacidade de absorção pelo sistema digestivo e reduzir vômito espontâneo. Com gasolina, maior perigo é o inalação.

Prêmios – Usual em festivais de propaganda, como o de Cannes, são filmes de lançamento, campanhas de venda ou institucionais de produto ou marca. A Volkswagen mudou a escrita: na campanha pelo fim, o Deslançamento da Kombi, ganhou 7 prêmios. Criada pela marca com a AlmapBBDO, sua agência de propaganda. Para ver, www.vw.com.br/kombi

Vitória – O desafio auto imposto pela Mitsubishi, subir o Pikes Peak, corrida montanha acima, no Colorado, EUA, trouxe vitória à marca com seus dois carros elétricos, os MIEV III. A prova é de grande repercussão no mercado estadunidense. Os Miev utilizaram quatro motores elétricos, 603 cv, tração integral, e a marca tem pouca participação nas vendas de elétricos.


terça-feira, 1 de julho de 2014

Dodge comemora 100 anos acelerando, focada na tradição de esportividade

A Dodge ingressa em seu ano de centenário em 1° de julho de 2014 se consolidando com a SRT para voltar às origens de esportividade que a consagrou. A Dodge é a marca de desempenho do Grupo Chrysler, e os modelos SRT vão oferecer ainda mais performance.

"Na Dodge, nós trabalhamos muito duro para transformar veículos de uso diário em automóveis que reflitam a personalidade de seus donos", disse Tim Kuniskis, presidente e CEO das marcas Dodge e SRT. "Nossos produtos são modernos, de alto desempenho, e proporcionam aquela sensação visceral que faz os compradores se lembrarem porque eles se apaixonaram por dirigir."



A marca Dodge tem em seu DNA a inovação e a paixão em desenvolver veículos mais rápidos, melhores ou mais práticos. Esse comportamento foi agregado à marca pelos próprios irmãos John e Horace Dodge há um século, com o pioneiro Model 30, de 1914 - todo feito de aço, enquanto seus rivais eram construídos com madeira em boa parte da estrutura.

Para moldar seu futuro, a marca Dodge vai se inspirar nos muitos sucessos que caracterizaram seus 100 anos de história. Entre outros, vale a pena destacar os avanços tecnológicos das décadas de 30 e 40, a evolução do design dos anos 50, a herança de competição da década de 60, a potência dos anos 70, a eficiência da década de 80 e o estilo inacreditável dos anos 90. Desde os muscle cars até os compactos, minivans, crossovers e utilitários-esportivos, a linha atual da Dodge entrega potência, tecnologia avançada e alto nível de equipamentos.

No Brasil, a Dodge tem uma longa e rica história que vem desde a década de 1970, com os então desejados e hoje venerados Dart e Charger fabricados em São Bernardo do Campo (SP), até o versátil Dodge Journey, campeão de vendas do Grupo Chrysler desde 2009. Sem esquecer a picape Dakota, produzida em Campo Largo (PR) no final da década de 1990.

A Dodge tem uma enorme base de fãs, que não para de crescer. O perfil norte-americano da Dodge no Facebook, por exemplo, tem mais de 4 milhões de seguidores. O Challenger sozinho tem 1,6 milhão de admiradores, mais que muitas marcas inteiras. E com os 278 mil seguidores no Twitter (nos EUA também), as mídias sociais da Dodge se sobressaem no nível de engajamento no setor automotivo. No Brasil, a marca também conta com inúmeros fãs clubes, e tem como canais oficiais de interação o site www.dodge.com.br e os perfis @DodgedoBrasil (Twitter) e Dodge|Brasil (Facebook).


Wagner Gonzalez - Conversa de pista

O pior cego é o que não quer ver
Tempos de escola primária, aquela hoje em dia conhecida como “de primeiro grau”, e a professora apresenta um texto com o título acima. Foi uma boa oportunidade para apresentar a um público infantil o quanto é importante dedicar atenção ao que acontece no presente que nos envolve e refletir sobre o futuro que nos envolverá. Uma aplicação prática disto é a atual situação do automobilismo esportivo dentro e fora de nossas fronteiras: nunca se vendeu tantos automóveis quanto hoje, nunca o esporte definhou como agora. Esqueça a já combalida parábola do copo meio-cheio-meio-vazio: mais pessoas conduzindo automóveis deveria significar um aumento, ainda que nominal, de gente praticando o automobilismo. Nem mesmo o excesso de categorias chega a amenizar tal encolhimento de mercado.

Semana passada aconteceu mais um encontro dos cartolas da FIA, a Federação Internacional do Automóvel. O clima alegre e descontraído de Munique – cidade bávara que muita gente celebra como a mais italiana da Alemanha e outros mais numerosos ainda lembram como casa da BMW -, ajudou a entidade a lançar propostas, ainda que mais ou menos informais, que possam reverter tendências que impedem o crescimento do esporte ao mesmo ritmo do que crescem a tecnologia embarcada no automóveis em circulação. Custos cada vez mais altos para quem começar a competir, identificação e formação de ídolos e o impacto dos games eletrônicos foram alguns pontos levantados.

O mais curioso é que essas propostas não foram apresentadas pelos presidentes dos clubes e organismos que representam a FIA em seus respectivos países, entre eles a Confederação Brasileira de Automobilismo. Muitos dos presidentes, os que votam nas assembleias para decidir possíveis mudanças não raramente desperdiçam a oportunidade para exercitar seu poder,  algo que acontece por motivos tão simples quanto conveniência ou, pasme, não se comunicar em outro idioma… Este ano o Brasil foi representado oficialmente pelo presidente da CBA Cleyton Pinteiro e pelo piloto Felipe Giaffone, ex-integrante da Comissão Nacional de Kart e que, de acordo com o site da entidade, atualmente não ocupa nenhum cargo. Emerson Fittipaldi também esteve presente no congresso, porém seu envolvimento está mais próximo da campanha de segurança viária da FIA.


Quem fez as colocações mais pertinentes à atual situação do automobilismo internacional foram dois ex-pilotos e um empresário outrora ligado a partidos políticos da direita européia. Os pilotos em questão foram o italiano Emanuele Pirro (com passagem pela F-1 e cinco vitórias na classificação geral em Le Mans) e o indiano Karun Chandhok, que este ano vai representar seu país no Campeonato de Fórmula E. A inédita categoria, cujo campeonato começa dia 19 de setembro em Pequim, é presidida por Alejandro Agag, o empresário já mencionado. Pirro foi, de longe, o mais incisivo ao se posicionar:


“Eu não vejo como alguém consegue se identificar com um piloto que aparece limpinho e perfumado após uma corrida e não passa a impressão que batalhou durante a corrida.”

Chandhok, que será parceiro de Bruno Senna na equipe Mahindra, mencionou que o alto custo inicial para começar a praticar o esporte e a falta de infraestrutura em países emergentes são obstáculos que devem ser considerados para trazer novos fãs. Já Agag, que desponta como um líder político e empresarial do esporte, demonstrou como vê o futuro:

“Na estruturação da F-E estudamos a fundo o comportamento dos jovens e vamos inclusive adotar um sistema onde, através da internet, os fãs poderão votar para o piloto que poderá usar potência extra durante um certo momento da prova, algo inspirado no game Super Mario.”

Por mais paradoxal que tal conceito possa parecer, a internet chegou para ficar no esporte a motor. A Nissan desenvolve um programa, o Nissan GT Academy,  onde o inglês Jann Mardenborough saiu vencedor entre cinco finalistas escolhidos em provas de… video game. Christian Fittipaldi, há muito radicado nos Estados Unidos, certo dia comentou comigo que um dos maiores problemas para atrair os jovens a praticar o automobilismo é que “eles não querem curtir a mesma coisa por mais de meia hora”, opinião que tem uma boa dose de conteúdo.

Há também quem diga que o atual declínio de espectadores é consequência pura e simples do domínio exercido pela Mercedes: é fácil identificar a recorrência de situações similares: Red Bull (no período 2010/2013), Ferrari (2000/4), McLaren (1984/91, com exceção de 1986, quando triunfaram Williams e Nelson Piquet) e outros períodos menos acachapantes ainda frescos na memória de quem segue a F-1. A circunstância que se apresenta como mais crítica desta vez não diz respeito unicamente à superioridade de A, B ou M: o que preocupa é o aumento absurdo de custos que se soma à diminuição brutal de novos espectadores. Em ambos os casos tendências há muito detectadas e ignoradas.

Cereja do bolo, menina mais bonita do colégio e outros atributos similares, a F-1 é um eterno trend topic, para defini-la em internetês; mesmo assim, por questões econômicas a internet sempre foi castrada como forma de comunicação bem-vinda ao circo. Com as transmissões de TV cada vez mais priorizadas para emissoras a cabo a audiência ficou ainda mais contida, dado que a Europa – o principal mercado consumidor da categoria -, vive um período de crise econômica. Isso levou os grandes anunciantes, patrocinadores e equipes a cobrar uma mudança de rumo, afinal, com a queda do número de telespectadores e internautas cai também a audiência e as únicas coisas que aumentam é o preço de investimento e as dificuldades para justificar o investimento na categoria.

Décadas atrás, quando ainda escrevia no jornal O Estado de S.Paulo, publiquei que a política mercadológica de Bernie Ecclestone era tornar o seu produto dada vez mais exclusivo, numa equação que elevaria o desejo mundano de desfrutá-lo e, consequentemente, vende-lo mais caro. Isso funcionou por um bom tempo mas o ciclo acabou e já ouvi de diretores de marketing que a relação custo-benefício de um camarote no paddock club não se justifica com os negócios gerados durante a oportunidade de interagir com clientes potenciais.




No caixa das equipes a situação não é muito melhor. A McLaren – até pouco tempo atrás a equipe que possuía o melhor departamento de marketing da F-1 -, está sem patrocinador principal nesta temporada e Ron Dennis já deixou claro que o salário de Jenson Button exige que ele consiga melhores resultados. Excetuando-se Mercedes, Ferrari e Red Bull todas as demais escuderias não podem ser consideradas sadias em termos financeiros. Pior: Lotus e Sauber estão próximas de um ataque cardíaco,  a Marussia só sobrevive porque o pai de Max Chilton está bancando a carreira do filho e a Caterham deve trocar de maõs em questão de horas. 

Entre os fabricantes de motores a Renault vê seu departamento Renault Sport envolto em boatos de que poderá ser vendido ou, muito pior, liquidado, algo que encaro com alguma reserva…



E nesse clima a FIA anuncia para 2015 mudanças para reduzir gastos e aumentar o espetáculo que podem ser taxadas, com algum otimismo, de brandas, a saber:

O número de motores disponível para cada piloto por temporada passa de cinco para quatro; caso o calendário de 2015 tenha 21 ou mais corridas, sera liberado um quinto motor. Quem trocar de motor entre os treinos e a corrida largará na última fila do grid e não mais dos boxes.

O número de horas de testes em túneis de vento será reduzido de 80 horas semanais para 65, sendo que apenas 25 para testes dinâmicos e o restante para montagem e calibração dos equipamentos;  a quantidade de dados usados em ensaios CFD será reduzida de 30 teraflops para 25 teraflops. As equipes deverão determinar um túnel de vento para ser usado e poderão usar o equipamento em dois períodos diários ao invés de apenas um.

Os testes pré-temporada acontecerão em três sessões de quatro dias e apenas na Europa. Dois dos quatro dias de cada teste deverão ser reservados para novos pilotos.

Durante o fim de semana os carros deverão entrar em regime de parque fechado a partir do início da terceira sessão de treinos. E o trabalho noturno será proibido por sete horas, uma a mais que atualmente.  O uso dos aquecedores de pneus continua liberado para 2015 e o assunto será discutido novamente quando for aprovada uma troca no aro das rodas, o que pode acontecer em 2017.

As re-largadas serão dadas com os carros parados no grid, exceto se a intervenção safety-car ocorrer duas voltas após o início da prova, após uma re-largada ou faltando menos de cinco voltas para o final.

As regras referentes aos bicos dos carros serão alteradas para facilitar obter soluções de maior segurança e melhor estética. Peças de titânio poderão ser instaladas nos carros e as travas de rodas deverão ter sistema de fixação de dois estágios. Novas regras serão implementadas para garantir que a velocidade de rotação das rodas e dos discos de freios sejam iguais.

Fica a pergunta: a FIA e a FOM querem realmente ver o que está afastando o público dos autódromos?


BICICLETA ELÉTRICA UNE CONFORTO E BEM ESTAR

Com um conceito de facilitar a mobilidade urbana proporcionando conforto e bem estar, a Sense Electric Bike oferece três modelos exclusivos de bicicletas elétricas.

A marca, que está inaugurando seu parque fabril no Pólo Industrial de Manaus, conta com produtos com grande autonomia e potência devido ao novo Conjunto Elétrico 36V. O conforto do sistema de Pedal Assistido (Pedelec) faz com que o ciclista possa escolher a intensidade do auxílio nas pedaladas sendo uma alternativa saudável para seus usuários.

Atingindo até 25km/h, as bicicletas são silenciosas e leves por serem construídas em alumínio, material que confere ao produto leveza e resistência. Sua bateria de lítio, 4x mais leve dos que as tradicionais encontradas no mercado, são recicláveis e podem ser descartadas no mesmo local onde se recolhem as de celulares e notebooks. O tempo de sua recarga é de aproximadamente 6 horas e possui autonomia que varia entre 18 e 35km dependendo das condições de relevo, potência x velocidade e peso do usuário.

A Sense Electric Bike deseja transformar todos os dias de seus usuários em finais de semana, sem deixar de lado o estilo e o conforto característicos da marca.

Easy
O modelo Easy é ideal para aqueles buscam versatilidade na hora de usar a bicicleta elétrica. Enorme sucesso de vendas em grandes centros urbanos, este modelo, o único dobrável, traz a praticidade de ser acomodada em qualquer lugar. Disponível na cor branca e preta
Preço Sugerido: R$ 3490,00 à vista


Breeze
O modelo Breeze conta com um design exclusivo que remete às bikes europeias. Perfeita para quem procura conforto, sem perder o charme de pedalar uma bicicleta arrojada. Disponível na cor branco pérola.
Preço Sugerido: R$ 3490,00 à vista


Wind
O modelo Wind é o mais robusto da linha. Seu quadro tem traços de uma bicicleta de Mountain Bike sem perder o estilo de uma City Bike. Ideal para quem procura um produto com visual moderno, sem abrir mão do conforto e da qualidade. Disponível na cor preto fosco e cinza chumbo, trazendo ainda mais beleza e estilo em comparação aos demais modelos do mercado.

Preço Sugerido: R$ 3490,00 à vista