quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

JEEP CELEBRA 75 ANOS DE HISTÓRIA LENDÁRIA COM EDIÇÃO ESPECIAL PARA TODA A LINHA

Nascida em 1941, a marca Jeep está celebrando 75 anos de liderança em tração 4x4, aventura e liberdade. Como um tributo a este aniversário de diamante, a Jeep criou séries especiais para cada modelo da linha: Compass, Cherokee, Grand Cherokee, Renegade, Wrangler e Wrangler Unlimited.

“Os veículos Jeep definiram o autêntico SUV e estabeleceram a referência de capacidade off-road e liberdade desde que foram produzidos pela primeira vez, em 1941,” disse Mike Manley, presidente e CEO mundial da Jeep. “Hoje, os SUVs da Jeep continuam a oferecer a liderança 4x4, bem como eficiência de combustível, manufatura de classe mundial e excelente comportamento dinâmico on-road. Em honra ao 75º aniversário da marca, desenvolvemos uma edição especial de cada veículo em nossa gama, que celebra a história sem paralelo da lendária marca Jeep,” acrescentou Manley.


Todos os modelos de edição especial do 75º aniversário estarão disponíveis em exclusivos tons de verde para a carroceria (Verde Sarge, Verde Recon ou Verde Jungle, dependendo do veículo) e outros diferenciais. Como rodas com acabamento bronze acetinado, detalhes externos em bronze e laranja, emblemas “1941 - Seventy Five Years” e interiores únicos, incluindo bancos de couro com o símbolo da efeméride em relevo, ou bordado com tecido especial. Essas séries especiais serão apresentadas no Salão de Detroit (EUA), de 11 a 24 de janeiro, e chegarão às concessionárias dos EUA ao longo deste trimestre.Mais de sete décadas do nome que criou o segmento 4x4 e virou sinônimo de fora de estrada.

Em julho de 1940, o exército dos Estados Unidos informou às fabricantes automobilísticas do país que precisava de um “veículo leve de reconhecimento” para substituir motocicletas e veículos derivados do Ford Modelo T. O exército convidou 135 montadoras a se candidatar ao projeto, passando uma longa lista de especificações. Entre elas estavam: 
Capacidade para carregar 272 kg
Distância entre-eixos inferior a 190 cm
Altura menor que 91,4 cm (com o para-brisa rebatido)
Motor de funcionamento suave entre 5 e 80 km/h
Carroceria de formato retangular
Tração nas quatro rodas com caixa de transferência de duas velocidades
Para-brisa rebatível
Três bancos individuais
Peso bruto total de até 590 kg

De início, a Willys-Overland e a American Bantam Car Manufacturing Company foram as únicas companhias a assumir o desafio. Contudo, logo a Ford Motor Company entrou no jogo e a briga começou entre as três fábricas para conquistar o lucrativo contrato governamental. Cada empresa produziu protótipos para testes em tempo recorde. O engenheiro-chefe da Bantam, junto com uma equipe de executivos da marca, criou o projeto e a montadora construiu o primeiro carro em 49 dias.

O vice-presidente de Engenharia da Willys, Delmar G. Roos, desenhou o Willys Quad. A Ford desenvolveu seu Modelo GP (de General Purpose, uso geral), conhecido como Pygmy, que usava um motor adaptado de um trator Ford/Ferguson. Cada companhia entregou seu protótipo ao governo menos de dois meses depois da encomenda e recebeu a aprovação para montar 70 unidades de amostra.

O exército tomou posse desses veículos em novembro de 1940 no Campo Holabird, em Maryland. Os três projetos excederam o peso estipulado de 590 kg, mas logo os militares perceberam que esse limite era baixo demais e o aumentaram para a próxima leva de veículos.O exército expediu os contratos seguintes em março de 1941. A Bantam produziria 1.500 unidades do Modelo 40 BRC; a Ford construiria 1.500 de seu melhorado GP Pygmy; e a Willys faria 1.500 exemplares do Quad. Testes e avaliações seguintes levaram o exército a escolher a Willys-Overland como a montadora principal.

Em seguida, a maioria dos Bantam e dos Ford produzidos foram enviados à Grã-Bretanha e Rússia, como parte de um programa de empréstimo. Entre os britânicos, o modelo da Ford ficou conhecido popularmente como “Blitz Buggy”.

Com modificações e melhorias, o Willys Quad se tornou o MA e, posteriormente, o MB. Mas o exército, e o mundo, viria a conhecê-lo como o Jeep.

Alguns argumentam que o nome derivou da pronúncia inglesa das letras GP, a sigla para General Purpose (uso geral). Outros dizem que o veículo tomou o nome de um personagem popular chamado “Eugene the Jeep”, da turma do Popeye, das histórias em quadrinhos.

Seja qual for a origem, o termo Jeep entrou no léxico norte-americano e, depois global, servindo de sinônimo para veículos fora de estrada – no Brasil, por exemplo, o termo “jipe” está no dicionário – enquanto o próprio Jeep virou um ícone da Segunda Guerra Mundial. Nas escolas dos EUA, a palavra Jeep passou a ser usada para ensinar a letra “J” às crianças.

O Willys MA tinha a alavanca do câmbio na coluna de direção, recortes baixos nas laterais, dois quadros de instrumentos circulares no painel e o freio de mão no lado esquerdo. A Willys-Overland relutou em reduzir o peso para a nova especificação do exército, de 980 kg. Os itens removidos para que o MA atingisse essa meta foram reinstalados na geração seguinte, chamada de MB, resultando em um peso final 181 kg superior ao estipulado.

A Willys produziria mais de 368 mil exemplares para o exército americano, e a Ford, sob licença, outros 277 mil. O rústico e confiável veículo verde-oliva seria para sempre conhecido por ajudar a vencer uma guerra mundial. A Willys-Overland registrou a marca “Jeep” depois da guerra e planejou transformar o veículo militar em um utilitário off-road para a fazenda: o Jeep Universal civil. Um dos slogans da época era “O Sol Nunca se Põe para o Poderoso Jeep”, e a Willys garantiu que o mundo a reconhecesse como a criadora do veículo.


Automobilismo: Rodrigo Baptista participará do Toyota Racing Series

Mal começou o ano, e os brasileiros já começam a se movimentar no automobilismo internacional. Ainda nesta semana (08/1) o paulista Rodrigo Baptista (HTPro Nutrition) viaja para a Nova Zelândia, onde disputará a Toyota Racing Series, certame curto de cinco finais de semana seguidos em janeiro e fevereiro, durante o verão do Hemisfério Sul , que atrai pilotos que passam pelo inverno do Hemisfério Norte, durante o período de entressafra para a temporada normal que terá início apenas em março

A Toyota Racing Series é executada ao longo de cinco fins de semana consecutivos, em cinco cidades diferentes da Nova Zelândia, com um total de 15 corridas. Os treinos livres serão na sexta-feira, qualificação e uma corrida no sábado e duas corridas no domingo.

Todos os pilotos do Toyota Racing Series são divididos em apenas quatro equipes, e usarão um chassis italiano Tatuus de Fórmula 3, com motor Toyota de 1.800 cc, produzindo 215 hp de potência, com etanol como combustível, câmbio sequencial de seis marchas e pneus Michelin. Os motores e sistemas de gerenciamento de computador são selados.

"As únicas mudanças que os pilotos podem fazer no carro durante os fins de semana de corrida são no set up das suspensões e freios, e ajustes aerodinâmicos. Por isto, as corridas são muito equilibradas, disputadas e vai prevalecer o conhecimento das pistas e a experiência no acerto dos carros", explica o brasileiro da ETEC Motorsport.

A mistura cosmopolita de pilotos anunciadas até agora pela Toyota Racing Series sugere confrontos de qualidade fantástica. Um total de 18 pilotos de 13 países (Brasil, Rússia, Alemanha, Áustria, Polônia, EUA, Canadá, Argentina, China, Índia, Nova Zelândia, Inglaterra, França) já confirmaram que irão correr nas 15 provas.

Os outros brasileiros são Bruno Baptista, que em 2015 correu de Fórmula Renault na Europa, e Rodrigo Baptista, que estreou no automobilismo vencendo corridas na Fórmula 3 Brasil, Copa Petrobras de Marcas e de Endurance nos EUA.


Veja o calendário da Toyota Racing Series 2016:
16 e 17/1 - Ruapuna Park (Christchurch)
23 e 24/1 - Teretonga Park Raceway (Invercargill)
29 a 31/1 - Hampton Downs (North Waikato)
06 e 07/2 - Taupo Motorsport Park (Taupo)
12 a 14/2 - Manfeild Autocourse (Feilding)

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

FAB: Campanha Institucional 2016 - # É isso que importa


# É isso que importa

Clique e assista esta mensagem oficial da
FAB - Força Aérea Brasileira

Wagner Gonzalez em Conversa de pista

Wagner Gonzalez
DAKAR ABRE TEMPORADA SOB CHUVA

Primeira etapa cancelada, segunda encurtada: as águas não dão refresco à caravana do Dakar 2016, que começou domingo na Argentina. Indiferente a isso, Sebastian Loeb já lidera a competição onde participam os brasileiros Guiga Spinelli/Youssef Haddad  (18º após a segunda etapa), João Franciosi/Gustavo Gugelmin (66º), Leandro Torres/Lourival Roldan (83º e líderes na categoria quadriciclos supermodificados), entre os automóveis; Marcelo Medeiros (4º entre os quadriciclos), e Jean Azevedo (135º Entre as motos). O Dakar termina dia 16 em Rosário.

Há muito tempo o hemisfério sul polariza as atenções do automobilismo esportivo na passagem do ano: o Grande Prêmio da África do Sul foi disputado em torno da passagem do ano entre 1962 e 1969. No dia 1º. de janeiro de 1968 essa prova marcou também a última vitória de Jim Clark (Lotus 49-Cosworth). Também no início da década de 1960 começava a Copa Tasmaniana, que em seu ápice chegou a reunir os principais pilotos da época e levou construtores como Brabham, Ferrari e Lotus a desenvolver modelos para essa série, baseados nos carros de F-1 pré-1966.

A Tasman Cup, como o torneio disputado na Austrália e Nova Zelândia era mais conhecido, atualmente tem uma edição vintage com carros de autorama: em 2016 serão sete etapas abertas para carros que disputaram as edições de 1964/1965 (mais detalhes aqui). Outro torneio, com carros semelhantes à F-4 e que já teve a participação de Pedro Piquet até a Confederação Brasileira de Automobilismo interromper sua campanha e, meses depois, discretamente desculpar-se pelo erro. Tal qual a nova F-E, esse certame começa em um ano e termina no seguinte, o que ajuda a consolidar o Dakar como a verdadeira abertura da temporada anual do automobilismo.

O rally que ficou mundialmente conhecido como “Dakar” foi idealizado por Thierry Sabine em 1977, quando ele se perdeu no deserto da Líbia, metade do percurso entre Abdijan (Costa do Marfim) e a cidade de Nice, na Costa Azul francesa. Sabine disputou essa prova com uma moto e foi encontrado à beira da morte após ser dado como desaparecido por quatro dias e, sobrevivente, decidiu criar o evento que ficou mundialmente conhecido como Dakar. Seu sonho tornou-se realidade e na noite de 26 de dezembro de 1979, 182 motos, carros e caminhões largaram do Trocadero, na capital francesa, para chegar a Dakar, capital senegalesa, no dia 14 de janeiro. O percurso de 10.000 km teve Algiers (Algéria) como ponto intermediário.

Desde então o rali só cresceu e em 1992 a chegada foi em Capetown, na África do Sul, num percurso que passou por 11 países!  Prova de que nem mesmo a morte de Sabine em 1986, quando o helicóptero em que viajava caiu nas areias do deserto do Mali, interrompeu esse sucesso. No início deste século os problemas de segurança e a instabilidade política dos países do noroeste da África que serviam de rota ao Dakar foram tomando proporções cada vez maiores a ponto de acontecerem sequestros e assaltos. O perigo cresceu e o que era considerado impossível acabou acontecendo: no dia 4 de janeiro de 2008 as equipes de 248 motos, 204 carros e 98 caminhões faziam a vistoria prévia em Lisboa quando o o diretor da prova, Etienne Lavigne, anunciou o cancelamento do rali embasado em informações obtidas pelo serviço de inteligência do Ministério de Relações Exteriores da França.

Na noite de 24 de dezembro de 2007 quatro turistas franceses foram assassinados em Nouakchott, capital da Mauritânia, e havia informações seguras sobre a possibilidade de um ataque terrorista contra os competidores durante a passagem da prova por esse país. De fato, uma semana após o que seria a chegada em Dakar, a previsão se concretizou naquela cidade, no primeiro de uma série de atentados de autoria da Al-Qaeda que se repetiram durante o ano.

A decisão consolidou algo que já era cogitado há algum tempo: mudar o endereço do evento e a Argentina acabou sendo escolhida como novo país sede do evento; tratativas para incluir o Brasil no novo roteiro não deram certo e Bolívia, Chile e Peru acabaram dando o tom internacional desta nova fase. Este ano o Peru deveria fazer parte do roteiro, mas problemas políticos forçaram uma alteração de última hora e por isso o percurso terá etapas que começam e terminam na mesma cidade, como você vê neste link.

Mas nem só da burocracia surgem as dificuldades de uma prova como o Dakar, que nossos hermanos chamam de Dácar, com acento agudo na primeira sílaba. Não é raro que as chuvas atrapalhem os concorrentes e deixem o Malbec bem aguado, mas o que está acontecendo este ano supera as expectativas. A primeira especial virou apenas deslocamento — na especial os carros andam contra o relógio e o tempo vale para a classificação do rali, no deslocamento há um tempo máximo para se deslocar do ponto de apoio ao início da especial, ou do final desta para o ponto de apoio seguinte. O francês Sebastien Loeb já demonstrou sua disposição de superar lama, cascalho, altitude e deserto para conquistar um dos poucos eventos que ainda não entraram na sua galeria de honra e ontem foi o mais rápido. Deixou claro quem é o favorito à vitória!

Como acompanhar os resultados do Dakar 2016:
Para saber resultados de motos, clique aqui.
Para saber resultados de quadriciclos, clique aqui.
Para saber resultados de automóveis, clique aqui.
Para saber resultados de caminhões, clique aqui.


WG

Triumph segura preços sem reajuste e mantem promoção especial até o dia 31 de janeiro


A Triumph decidiu manter seus preços inalterados até 31 de janeiro, além de repetir ao longo deste mês as mesmas condições especiais apresentadas no mês passado para toda a sua linha. Aumentos decorrentes da variação cambial serão aplicados em sua tabela somente a partir de fevereiro. Para o consumidor, esta é a última oportunidade para adquirir uma motocicleta Triumph pelas melhores condições do mercado. Confira alguns exemplos:

Linha Adventure. As novas Tiger 800XR e 800XC, versões de entrada da linha 800, estão sendo vendidas com taxa zero de juros. A Tiger 800XC, por exemplo, está sendo comercializada com entrada de R$ 23.994,00 (60%) e o restante pode ser pago em 18 parcelas mensais fixas de R$ 950,33. A Tiger Sport está com um preço super especial: de R$ 45.990, ela passou para R$ 38.990,00, à vista, até o final deste mês. Além disso, os modelos Tiger 800XRx e Tiger 800XCx e a novíssima Tiger 800 XCa estão à venda com taxas de juros de 0,79% ao mês, em até 24 parcelas, com entrada de 40%.

Linha Roadster. A Speed Triple é outra motocicleta com preço muito especial: somente R$ 37.990,00 (o preço de tabela era R$ 43.990,00), à vista. Já os modelos Street Triple 675 e Street Triple 675R estão à venda com taxa de juros de apenas 0,49% ao mês. O modelo Street Triple 675, por exemplo, pode ser adquirido com entrada de R$ 13.396,00 (40%) e mais 24 parcelas fixas de R$ 939,32.

Linha Classics. A grande novidade aqui é o preço especial da Thruxton, que passou de R$ 33.490,00 para R$ 29.900,00, à vista. O modelo também está à venda com taxa de juros de 0,49% ao mês, sendo R$ 11.960,00 (40%) de entrada e mais 24 prestações de R$ 843,61.

Linha Cruiser. Os modelos Thunderbird Commander e Thunderbird Storm estão à venda com grandes descontos nos preços à vista. A Commander teve seu preço reduzido de R$ 54.790,00 para R$ 52.100,00, enquanto a Storm passou de R$ 51.690,00 para R$ 46.600,00. A imensa Rocket III Roadster, com preço de R$ 72.940,00, pode ser comprada com entrada de R$ 36.470,00 (50%) e 24 parcelas de R$ 1.770,59.

Nissan vai produzir novo crossover baseado no Kicks Concept

Carlos Ghosn, Presidente e CEO da Nissan Motor Company, anunciou que a marca irá produzir um novo crossover, que será vendido globalmente, começando por mercados da América Latina em 2016.O novo modelo foi inspirado no Kicks Concept apresentado na edição de 2014 do Salão do Automóvel de São Paulo e irá manter o nome "Kicks" para a versão de produção.

Com investimentos de R$ 750 milhões, o Nissan Kicks será produzido no Complexo Industrial de Resende, no estado do Rio de Janeiro. A fábrica foi inaugurada em 2014 e atualmente produz os modelos compactos March e Versa. Após o início da produção, a Nissan tem como objetivo contratar 600 novos funcionários e iniciar um segundo turno na unidade de Resende (RJ).

"A Nissan inventou o primeiro crossover em 2003, com o lançamento do Murano. Desde então, nós nos estabelecemos como líderes globais de crossovers com modelos como Juke, Qashqai e X-Trail, que têm tido grande sucesso. O Kicks irá levar a expertise única da Nissan em crossovers para novos mercados", disse Carlos Ghosn.

"Os crossovers compactos são muito atraentes para consumidores da América Latina. Com o Nissan Kicks, nós vamos além do óbvio para conquistá-los, com um design incisivo e desempenho que nossos clientes anseiam", afirmou José Valls, chairman da Nissan América Latina.

"Quando nossa equipe da Nissan do Brasil colaborou com os colegas no Japão para criar o Kicks Concept, que foi inspirado em nosso país e cultura, o resultado foi extraordinário. E, agora, estamos ansiosos com nosso time de manufatura da fábrica de Resende, que está se preparando para fabricá-lo com a precisão e a alta qualidade japonesa", explicou François Dossa, presidente da Nissan do Brasil.

O Nissan Kicks Concept estreou no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo de 2014 e, em junho de 2015, foi mostrado no Salão de Buenos Aires, na Argentina. O protótipo do Kicks marcou a evolução do conceito Extrem, que havia sido mostrado no evento de São Paulo em 2012. Desde então, a Nissan continuou explorando as culturas, estilos e cores do Brasil e da América Latina para o processo de desenvolvimento e do design do veículo.

Liderado pelo Centro de Design Global da Nissan, no Japão, o Kicks Concept foi concebido com a colaboração entre o Nissan Design America (NDA), estúdio em San Diego, Califórnia, e o Nissan Design America - Rio (NDA-R), o estúdio-satélite de design da empresa no Brasil. As equipes atualmente trabalham na finalização do design do modelo de produção.


Assim como a sua introdução em mercados da América Latina, a Nissan continua a estudar o lançamento do Kicks em outras regiões, ressaltando o compromisso da marca com a liderança global no segmento de crossovers.

JAGUAR APRESENTA SÉRIE LIMITADA F-TYPE BRITISH DESIGN

A Jaguar começa 2016 anunciando a edição limitada British Design do F-TYPE, série especial que promete oferecer ainda mais exclusividade e atenção aos mínimos detalhes. Com motor 3.0 V6 Supercharged com 380 cv de potência e 460 Nm de torque, o modelo é capaz de sair da imobilidade aos 100 km/h em apenas 4,8 e 4,9 segundos — nas versões cupê e conversível, respectivamente — e atingir os 275 km/h de velocidade máxima, eletronicamente limitada.

O Jaguar F-TYPE, modelo mais esportivo da Jaguar, já é reconhecido como dono de um dos mais emblemáticos e bem-sucedidos design da indústria automobilística. Não à toa, o modelo que sucedeu o E-Type à altura — superesportivo produzido entre os anos 60 e 70 que é tido como o mais belo carro de todos os tempos — foi premiado com o “World Car Design of the Year” em 2012, ano de seu lançamento.

O F-TYPE British Design Edition traz visual exclusivo inspirado nas cores da bandeira do Reino Unido. Por isso, dependendo da disponibilidade de cada mercado, ele poderá estar disponível em quatro cores de carroceria: Caldera Red, Glacier White, Ultra Blue. Os clientes também podem optar pelo Ultimate Black, cor inédita para o modelo.

Por fora, seu visual esportivo é reforçado pelo Sport Design Pack, pacote opcional na versão V6 S, mas item de série nesta série especial. O pacote traz saia dianteira com acabamento em preto, saias laterais na cor da carroceria, assim como os dutos de ar traseiros. Um aerofólio traseiro fixo também está disponível na versão cupê.

As rodas de 20 polegadas com acabamento na cor cinza Satin Dark Grey são exclusivas para a série British Design Edition e trazem pneus mais largos em relação à versão V6 S padrão, com especificações 255/35/R20 e 295/30/R20, respectivamente para a dianteira e traseira.

O modelo é equipado com sistema de freios de alta performance, com pinças na cor vermelha, que proporcionam um contraste belíssimo com o acabamento cinza das rodas.

O emblema “British Design Edition” foi colocado na grade dianteira e na parte traseira do modelo. A especificação “S” do modelo ganhou uma pintura especial nas cores da bandeira do Reino Unido.

A série especial British Design Edition traz ainda mais exclusividade a esse conceito, ao oferecer revestimento em couro na cor preta nos bancos, portas e painel, com costura contrastante três diferentes cores: vermelho, branco ou azul – as cores da bandeira do Reino Unido. Os bancos com 14 diferentes opções de ajustes trazem em seus encostos de cabeça o emblema British Design Edition costurado.

A fibra de carbono foi o material para ser amplamente utilizado no acabamento interno do console central do modelo, de forma a combinar perfeitamente com o apelo esportivo do modelo. O material substituiu o alumínio que equipa a versão V6 S padrão.

A série especial British Design Edition é equipada com sistema de entretenimento In Control Touch Plus, exclusivo para os modelos Jaguar Land Rover, que permite total interação entre o veículo e seus usuários. Além dos smartphones, o sistema também passa a ser compatível com o Apple Watch e permite que os clientes executem comandos à distância como o travamento e destravamento das portas, acionar a ignição do veículo ou mesmo verificar informações úteis como o nível atual de combustível do modelo, ou encontrar a sua localização exata pelo sistema GPS. Esta tecnologia ainda não está disponível para o mercado brasileiro.

O sistema de som Meridian de última geração, que varia de 10 a 12 alto-falantes, equipa o modelo e permite a reprodução de músicas sem a mínima distorção de som, independente do volume.

A série F-TYPE British Design Edition irá desembarcar no mercado brasileiro em meados deste ano, mas sem data definida. Serão apenas quatro unidades disponíveis para venda. Os valores de venda da série no Brasil, bem como os modelos e especificações técnicas, ainda não estão definidos. A Jaguar Brasil informará a imprensa assim que tiver esses detalhes confirmados.


Chevrolet Onix é o carro mais vendido do Brasil em 2015

O Onix é o carro mais vendido do Brasil de 2015, de acordo com os dados de emplacamentos. Esta é a primeira vez que esse modelo da Chevrolet conquista o título. Ao longo do ano, foram 125,9 mil unidades emplacadas.Desde sua chegada ao mercado nacional, no fim de 2012, o Onix vem subindo no ranking geral. Foi o oitavo mais vendido em 2013 e passou para a quarta posição em 2014. Ao todo, já são mais de 400 mil unidades comercializadas.

Antes do Onix, dois outros Chevrolet alcançaram o posto de modelo preferido dos brasileiros: o Monza e o Chevette. Ambos já descontinuados.Tricampeão (1986, 1985 e 1984), o Monza até hoje é o único sedã médio a ter chegado ao topo. Já o Chevette conquistou o título em 1983.

Na história da indústria automobilística nacional, a Chevrolet é a primeira marca a colocar três diferentes carros de passeio no posto mais alto do ranking.Outros modelos Chevrolet também foram destaques em 2015. Prisma, Spin e S10 terminaram o ano como líderes em seus respectivos segmentos.


Pelo terceiro ano consecutivo, marca Chevrolet fica à frente no comércio de carros no varejo (vendas para pessoas físicas), o mais concorrido do Brasil.A Chevrolet encerrou 2015 com 388 mil veículos negociados e manteve a liderança no segmento de varejo pela terceira vez consecutiva, atingindo seu principal objetivo traçado para o ano.

O Onix foi o primeiro a oferecer sistema multimídia Mylink e transmissão automática de seis velocidades.O Onix possui atualmente nove combinações diferentes entre acabamento (LS, LT, LTZ ou Effect), motorizações (1.0 ou 1.4) e transmissão (manual ou automática de seis velocidades).

Em todas as versões, o modelo vem bem equipado. Destacam-se painel com velocímetro digital, ar-condicionado, direção hidráulica, aviso sonoro em caso de esquecimento do afivelamento do cinto de segurança, rodas aro 14, airbag duplo e freios ABS com EBD (Electronic Brake Force Distribution).


O sistema multimídia Chevrolet MyLink é item de série nas versões LTZ e Effect e opcional na versão LT. O aparelho pode ser comandado por teclas no volante multifuncional e possui tela LCD sensível ao toque de 7 polegadas, rádio AM/FM com entradas USB e auxiliar, função áudio streaming, além de conexão Bluetooth e aplicativos para celular, entre eles o BrinGo, próprio para navegação. Também acompanha volante multifuncional que proporciona maior praticidade e conforto para o motorista.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Roberto Nasser - De carro por aí

Coluna 0116 -01.01.2016 - edita@rnasser.com.br  

De Coluna
Para Leitor
Assunto: Desejos para o seu 2016                                                  

Na irrefreável lista de desejos para o ano em início, melhor vê-la como exercício de sobrevivência – e se adaptar às condições. A promessa de correção de curso, anunciada ao princípio do governo Dilma 2, não se viabilizou, e o país se assusta ante combinação perigosa, a mistura de recessão, inflação, e incapacidade de formular e seguir planos de correção. Ou seja, sem freios e com problemas de direção. Na prática significa, se você tem pouca folga de caixa, contenha-se, pise no freio, corte o supérfluo. Se sua estrada é lisa, foque nos investimentos. Ativos estão caindo de preços e permitem boas aquisições. Tenha em mente, o atual período definirá o futuro próximo. A soma de rever os custos, cortar o supérfluo, frear o caixa, fiscalizar aplicações e fazer tesouro para o inverno, no geral é a melhor fórmula. Nos termos da fábula, tire a cigarra da sua vida e entre em tempos de formiga.

Para a Coluna, 2015 foi ano bom: expansão no número de veículos impressos e eletrônicos que a reproduzem – ultrapassamos 30 oficiais, sem contar as agregações pirateadas -, e houve ganho no volume de acessos, superando os 10 milhões/mês. Aos leitores esta edição é dedicada, com votos de:

Que você faça como a Alfa Romeo, surpreenda com promessas, como o Giulia mostrado emocionalmente, com direito a apresentação com Andrea Bocelli – e se for o caso aproveite para manter o suspense, adiando a realidade;
OOOO
Que você aja como a Audi, superando as expectativas. Quando se esperava sequencia industrial na produção do A3 1,4 sedan em Curitiba, surpreendeu com a versão 2,0: um produto, duas presenças no mercado. Breve o Q3;

OOOO
Que você tenha a capacidade de observar, frieza para julgar, coragem para mudar, como fizeram Peugeot, focando em luxo e requinte, e Citroën cortando produtos, como o C3 Picasso;
OOOO
Que você aja como a PSA, holding da marca, ceifando o desdobramento de problemas na base, depurando a rede revendedora para obter operação enxuta e tentativamente rentável;
OOOO
Que tal coragem tenha direção prática: convocou, do exterior, Ana Teresa Borsari, executiva brasileira em crescimento na Peugeot, para ser a primeira mulher conduzindo uma montadora brasileira;
OOOO
Que você não tenha medo de desafios, como a Isella Costatini, brasileira, presidente da GM na Argentina, convidada pelo novo governo Macri para dirigir a Aerolineas Argentinas e seu prejuízo diário de US$ 1 milhão, aceitou;
OOOO
Que você dê parâmetro contábil aos seus problemas e não permita que perdas no exercício ora encerrando sejam o mapa para o próximo ano. Escriture os prejuízos e comece 2015 como novo exercício. Passe o a receber ou discutir ao seu advogado e fim de papo. Passado é passado e deve ajudar o planejamento para o futuro. E só;
OOOO
Que você adote conceitos econômicosconsumindo apenas o necessário e apto ao seu bolso. Cheque especial ou crédito automático são ferramentas de negócio, de uso restrito apenas se o ganho palpável superar os custos;
OOOO
Que você se conscientize que pedaladas nos pagamentos só tem discussão no âmbito governamental. Para pessoas normais, físicas ou jurídicas, tal procedimento, tipo querer pagar a conta de um cartão de crédito com outro, não daria certo;
OOOO
Que você tenha e implemente projeto de entesouramento para os bons negócios a surgir de quem não se preparou;
OOOO
Que você troque de automóvel. O país precisa disto. Em 2016, novidades atrativas: picape Fiat Toro; Golf 1.4 TSI; novo mini Fiat – ao qual já chamam Mobi; novo Honda Civic; novos Mercedes;

OOOO
Que sua escolha recaia sobre carro novode preferência nacionalpara manter ou gerar empregos locais;        
OOOO
Que tal compra seja em negociação aproveitando as más consequências da despreparada gestão econômica do país;
OOOO
Que você tenha cabeça aberta à hora de escolher a cor de seu carro novo, fugindo da ditadura do preto, branco e prata. Esqueça as opiniões sobre valor de revenda, saia do rebanho e compre o que lhe dá prazer, choque a burguesia, provoque seu vizinho – caso do vermelho dos Audis A3 sedan;
OOOO
Que você, se precisar, tenha coragem de peitar verdades aparentemente pétreas, como o fez o Sergio Marchionne, CEO da FCA: para fazer caixa fendeu a barreira da intocável italianidade da Ferrari, colocou suas ações na Bolsa de Nova Iorque, a NYSE, para fazer caixa aos planos de expansão, em especial os do renascer da Alfa Romeo;

OOOO
Que você, para ajustar sua atividade, ouça seus clientes e consumidores, como o fez a Mercedes-Benz, indo às estradas, às oficinas, aos frotistas, para entender exigências do mercado, adaptando-se e aos produtos, ampliando vendas, recuperando-se;
OOOO
Que para entender seu negócio, faça como o Phillip Schiemer, presidente da Mercedes, que volta e meia vira atendente no SAC – Serviço de Atendimento ao Consumidor da empresa para saber dos problemas na linha de frente;
OOOO
Que você tenha a coragem da Tesla, pequena fábrica de elétricos nos EUA, sem medo de cara feia, peitou os poderosos, divorciou tecnologia da feiura, tão ligada aos elétricos, e faz os mais atrativos carros com esta tecnologia;

OOOO
Que você se não se deslumbre em frequentar a mídia, e faça como o David Powels, novo presidente da Volkswagen: fique mudo até entender as razões operacionais da empresa, produtos, gentes, queda de participação, meios para recuperá-la;
OOOO
Que você tenha a constância teimosa do designer João Paulo Melo, criador de projeto para re vitalização do Willys Interlagos. Propõe, insiste, não desiste de criar estrutura, buscar sócios, apoiadores em projeto cujo destinatário natural seria a Renault, proprietária da Alpine, autora do projeto de origem;

OOOO
Que você tenha a coragem da YPF, estatal argentina de petróleo. Entre os números ruins do país de origem, e os menos maus do vizinho, aqui ampliou investimentos. Quer produzir óleos lubrificantes localmente e comprou fábrica em Diadema, SP.
OOOO
Que você seja bom cidadão, fazendo valer seus direitos, exigindo a chegada da gasolina S 50, mais limpa, menos enxofre, menos poluição. Seria adotada em 2015, mas adiada por razões misteriosas, como as que cercam combustíveis no Brasil, de composição química a preço;
OOOO
Que sua equipe de trabalho seja tão entrosada, treinada e motivada como a da Procuradoria Geral da República e Polícia Federal na apuração dos crimes do Petrolão.
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Que a nós o exemplo do juiz paranaense Sérgio Moro permaneça e inspire.

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Que você tenha clareza para apoiar, ou repudiar candidaturas nas eleições de outubro próximo. Neste país de partidos sem programa, e no qual o percentual de políticos infratores da Lei cresce vigorosamente, a repulsa dos contribuintes é fundamental;
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Que você ilumine familiares, amigos e colaboradores lembrando que nessas eleições do compromisso com a cidade e o país, com votos por currículo e propostas;
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Que você acredite que sua cobrança pode manter a esperança na faxina necessária a partir da elite comprometida;
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Que você defenda o país ante críticas de seus contatos do exterior quanto à dúbia condução, os remendos econômicos sobre a falta de planejamento, a insegurança jurídica, inibindo investimentos estrangeiros;
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Que as críticas estrangeiras sobre a corrupção que erode o futuro e nos nivela por baixo, muito baixo, provoquem em você um exame de consciência quando ao futuro do país;
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Que você apoie a necessidade de mudar o jeito de administrar o Brasil para assegurar-lhe futuro sóbrio, apoie e cobre processos de justiça aos indiciados, presentes e futuros, nos desvios de Mensalão, Petrolão e outros ainda não conhecidos. Os Petropilantras não furtaram apenas moedas – comprometeram a vida e o futuro do país. Não pode haver leniência com isto;
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Que você encontre petições públicas saneadoras, propondo implantar corte acima do Supremo Tribunal Federal. Sua supremacia se abalou com a recente decisão sobre os ritos internos do Congresso, mostrando necessário uma câmara revisora a posturas dúbias, para que elas não se tornem nova regra e nossa Justiça não tome o caminho da similar venezuelana;
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Que o seu Deus, como todo Deus, dê-lhe generosa paciência para sobreviver e conviver com o período que se projeta duro, entre a necessidade de medidas saneadoras no interior do governo, sua inexistência, e o caminho simplório de resolver problemas nada mudando e avançando no bolso do contribuinte.

Retífica RN – Coluna natalina continha imperfeição. Disse, o governo federal teria reduzido o IPI aplicado sobre carros elétricos. Correto é a isenção do II, de 35%, mantendo o primeiro no elevado patamar.

Um troféu à altura dos Mercedes
Mercedes-Benz encerrou à altura sua temporada de desafios nacionais, a Challenge. Coleção de   corridas em autódromos nacionais, utilizando carros da marca, os sedãs C 250 e os hatches  CLA com preparação AMG. Temporada intensamente disputada, com vencedores definidos apenas à última prova, realizada no Autódromo de Interlagos, SP. Equilíbrio é ditado pela identidade entre os veículos, sem preparação pelas equipes participantes, todos com acertos pela Mercedes-Benz, padronizando os veículos.

Pode parecer iniciativa curiosa da Mercedes-Benz patrocinando corridas de entre automóveis encontráveis nas vitrines dos seus revendedores, mas enquadra-se num grande programa de marketing para sedimentação do conceito da marca. Participação no campeonato de Fórmula 1 – vencendo-o e fornecendo motores a outros concorrentes – tem outro foco, a identificação de liderança tecnológica e de resistência. No caso, as corridas com os veículos classificados como Turismo, enquadram-se em seu grande projeto de ampliação de conceito, visando deixar de ser vistos apenas como veículos confiáveis, resistentes, de status, e sóbrios. Para abrir o leque dos consumidores, atingindo novas faixas de idade, os Mercedes tem ganhos estéticos e de performance, ampliação de linha, como a nova família baseada na Classe A, de tração dianteira, e os campeonatos de corridas com carros da marca.

Em festa complementar à iniciativa, a Mercedes encomendou ao artista Paulo Soláriz, sempre dedicado aos automóveis, uma peça específica. Soláriz criou elegante figura feminina elevando a estrela-símbolo. Representa Mercedes, filha de Emil Jellinek, inspiradora do nome da marca.A temporada 2016 do Challenge Mercedes-Benz terá seis provas.