sexta-feira, 4 de maio de 2018

Roberto Nasser - De carro por aí


Coluna 1818 - 04.05.2018 edita@rnasser.com.br  


VW Virtus 1,0 TSI
É o atual queridinho da Volkswagen, apesar do segmento de sedãs compactos não ser o de maior expressão no mercado. Nele, em expansão, impõe-se por formulação: estética, maior distância entre eixos, porta malas. É bom para transportar gentes e bagagens. Mecanicamente brilha o distintivo farol da tecnologia eletrônica/turbo/injeção direta, mudando conceitos sobre veículos, cilindrada, potência e torque. Uma revolução, um separador de classes.

Faz parte da família com a plataforma MQB, base flexível para Volkswagens diversos. Sobre ela nasceu o Polo. Levemente esticada, 8,5 cm, atingindo 2,651m entre eixos, produz o Virtus. Dela virá os próximos SAV T-Cross, o picape da marca, e o novo Gol. Esteticamente comparado aos líderes Chevrolet Ônix e Hyundai HB20S, envelheceu-os.

Na mão
Andei uns 2 mil quilômetros entre cidade e estradas com o Virtus. Experiência agradável, não tive pressa em devolve-lo. Você não imagina, mas há carros cujo projeto e construção parecem pensados para testar a paciência do testador … Dirigi-los faz parte do apostolado pela causa, e geram enorme pressa para encerrar a experiência.

Há uns meses relatei aqui almoço com o então presidente da Volkswagen, David Powels. À mesa, jornalistas do ramo foram sabatinados por ele, querendo entender, sem comentar, porque um produto de segunda linha, como o Chevrolet Ônix lidera as vendas no Brasil, frente a outros de melhores características e construção. Resposta unânime: o sistema de comunicações, ou, o carro cada vez menos carro e cada vez mais um IPhone sobre rodas. Isto provocou agregar ao Polo de sistema interativo, capaz de oferecer, por consulta verbal, todas informações contidas no Manual do Proprietário. Segundo produto, o Virtus trouxe-o evoluído. Visível, o painel de instrumentos, bem equipado, elaborado, mutante, digital, personalizável, oferecendo informações em diferentes proporções, diminuindo uns mostradores, aumentando outros.

É opcional caro, a R$ 3.300, entretanto foi o item mais questionado nas abordagens com perguntas sobre o Virtus. Eletrônica e conectividade são os novos queridinhos do mercado.

Conjunto
Há várias versões do Virtus. Highline, de topo, diferencia-se pelo motor turbo. É 1,0 litro, produzido em São Carlos, SP, três cilindros, 12 válvulas, injeção direta. A soma destas tecnologias permite produzir cerca de 116 cv de potência e, medida agora muito mais importante, 20,4 m.gfm de torque entre 2.000 rpm e 5.000 rpm, responsável por invejável disposição, em especial nas baixas rotações. Na prática viaja-se bem com consumo reduzido – em estrada, orografia variada, arranhou 14 km/litro com gasálcool. Câmbio automático com seis velocidades, com possibilidade de acioná-lo por pequenas aletas atrás do volante. Nesta configuração, consequência e limitação mecânica, o freio motor é de pouco eficiência. Ótimos freios a disco nas 4 rodas com os sistemas de anti bloqueio e correção de derrapagens.

Suspensão convencional para a marca, torres McPherson frontais e barra de torção no eixo traseiro. Conjunto bem acertado, mescla rolagem confortável e estabilidade. Direção com assistência elétrica.

Conforto em uso para os dois ocupantes dos bancos frontais e dos traseiros. Este, em especial, ficarão surpreendidos com o espaço para pernas. Três passageiros atrás, como se diz no Goiás, força a amizade. O banco tem pouca largura, mas há confortos como difusores de ar condicionado e saída USB.

A decoração, dita larga e erroneamente como acabamento, poderia ser proporcional ao preço e à clientela do carro, em especial por desequilíbrio na combinação entre plástico rígido e apliques nas portas. Boa vedação termo-acústica.

Versão Highline, superior, é a mais completa e de maior preço. Bem composta por ar condicionado digital, chave presencial e botão de partida, computador de bordo. Revestimento em plástico imitando couro, boba mania em país quente, também é opcional, assim como rodas leves aro 17”. Como o painel cheio de artes custa R$ 3.300, para ter a versão completa prepare-se para contra argumentar ou preencher um cheque de R$ 87 mil.

A improvável conta para destravar o Rota 2030
Mais de centena de reuniões entre estamentos do Governo Federal, indústria de auto-peças, automobilística e importadores não chegou ao nó final para amarrar as questões e liberar as regras de produção e importação de veículos. O projeto sucede ao trapalhão Inovar-Auto, patrocinado pelo então Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o processado governador mineiro Fernando Pimentel.

Na essência busca-se abatimento fiscal de aproximados 1/3 do calculado investimento de US$ 5B em pesquisa e desenvolvimento. Indústria automobilística diz, se não houver tal compensação, país perderá em tecnologia, produtividade e competitividade, e tais investimentos irão a outras praças. Governo tem respostas pragmáticas, entendendo o desenvolvimento tecnológico como passo dado pelas matrizes e a permear por gravidade aos carros fabricados no Brasil, sem nada a compensar. Outras fontes dizem com pragmatismo ser desnecessário um programa incentivado para obter conquistas tecnológicas, em especial quanto a consumo e emissões: basta um instrumento juridicamente inferior, como Resolução, para determinar números a ser obtidos – sem abater investimentos.

Num infindável balé propôs raciocínio lógico: fazer tal acerto por dedução no Imposto de Renda a pagar – ou seja, de quem tiver operação lucrativa. Mas indústria alega não saber quando terá lucro para ser taxada, propondo reduzir tal parcela do IPI ou Imposto de Importação. Como neste país ninguém sabe a verdade numérica dos balanços, o tema é amorfo.
A solução, dizem as partes, é reduzir o percentual da compensação, fazendo uma conta-de-chegar.

Entretanto, a cada dia parece difícil atingi-la. O país entra na reta final de dois assuntos capitais: a Copa do Mundo e a campanha eleitoral para Congresso e Presidência. No segundo, muitos candidatos, pouca definição, e o argumento de tirar dos pobres para dar as ricos sempre encontra eco junto a eleitores objetivos em sua pouca leitura. Panorama não é bom para justificar a dedução, à vista do déficit nas contas públicas; do pagamento em igual valor, honrando compromissos não pagos por Venezuela e Moçambique, amiguinhos do governo Lula/Dilma; do anúncio que os funcionários públicos, incluindo os negociadores oficiais do Rota 2030 não terão correção de salário pelo menos até 2021.

Roda-a-Roda
Vitrine – New Holland, de tratores, aproveitou o Agrishow, surpreendente salão do trator e implementos, em Ribeirão Preto, SP, para mostrar seu modelo T6, findando testes. Presença serviu como balão de ensaio à produção no Brasil.

Questão – É um pacote de tecnologia e economia, ao apresentar-se como capaz de usar como combustível o bio metano, gás proveniente da decomposição aeróbica de resíduos de produção. Na prática, em vez de diesel, estrume de animais e restos de cultura são capazes de produzir o combustível.

Caminho – Empresa focou no estilo para individualizá-lo, no conforto operacional, e no apelo econômico. É ideal para o agro negócio, embora a produção do gás combustível, operação logística, é viabilizável por cooperativas de pequenos produtores.

Operacional – Reduz até 30% em custos, poluição, mas o principal é fazer a independência energética do produtor rural. O rejeito de produção é colocado num bio digestor e o biogas se transforma em bio metano. Serve para produzir energia para as fazendas, vende-la às distribuidoras de energia, aproveitar o resíduo de produção como adubo.

Ciclo – Não é ideia nova. Ao criar o Modelo T, em 1908, Henry Ford pregava o mesmo: seu motor era capaz de produzir o álcool decorrente das sobras de colheita. Ao vir para o Brasil a Fiat fez projeto para usar o motor do pioneiro 147 para consumir o gás gerado por bio digestores, e até a Marinha desenvolveu projeto para estes.

Futuro – Espera-se seja viabilizado. Na experiência com Fords falhou porquanto as empresas distribuidoras de combustível foram mais rápidas em ridicularizar a distribuição. No caso Fiat/Marinha, usuários acharam dar muito trabalho.

Referência – China Auto Show mostrou verdade ainda pouco palatável: é o maior do mundo em área – 220.000 m² ou, como se adotou como referência no Brasil, 22 campos de futebol emendados. Neste ano, para o também maior mercado mundial, fez demonstração: o caminho, mandatório para a China, está nos carros elétricos e nos SUVs e outros morfologicamente assemelhados.

Foco – Única mulher CEO de uma fábrica chinesa de veículos, Madam Wang, como se apresenta, conduz a Haval, braço da Great Wall Motors, e maior fabricante de SUVs da China. Tenaz, intenta objetivo aparentemente disparatado: superar os EUA no segmento.

Passado – Parece bravata a olhos ocidentais, mas é de boa cautela não duvidar. Há poucos anos o mercado chinês estava mais para Riquixá e bicicletas, e hoje tem qualidade, produtos e design próprios, e é o maior do mundo.

Foco, 2 – Jack Wey, presidente – e dono - da Great Wall, mais antiga das fabricantes de veículos na China e pioneiramente independente, sem ter o Estado como acionista, criou outra empresa e carimbou seu nome: Wey.

Direção – Posicionamento Premium, quer concorrer com SUVs de marcas poderosas, como Bentley, Rolls, Mercedes-Benz, Maserati, Alfa Romeo, e vender mais barato. Na prática numérica, um Wey custa 50% acima de um Haval – e entre 33 e 50% de um Mercedes.

Aqui – Poucas consequências entre mostrar e ter resultados no Brasil, pois as muitas marcas falam em vir, e a única a fazê-lo industrialmente, a Chery, capitulou ante a oposição do sindicato de metalúrgicos da área de Jacareí, SP, e vendeu-se à nacional CAOA.

Terra – Uma, factível, não é chinesa, mas do Japão: o utilitário esportivo Terra, construído sobre chassis de longarinas do picape Nssan Frontier, ora em inicio de produção na Argentina. Pode ser o primeiro produto do segundo movimento.

Picapes – Depois da Mitsubishi mostrar seus picapes L200 2019, foi a vez da Ford. Mudou posicionamento, exumando a versão XL de entrada, linha paralela com cabines simples ou dupla, e chassis, motor menor: diesel, 2,2 litros e 160 cv.

Pacote – Quer se diferenciar das concorrentes por superior aplicação de tecnologia embarcada nos Ranger: maior capacidade de carga; controle de estabilidade e tração; anti capotamento, e bloqueio eletrônico para o diferencial traseiro. Cabine simples R$ 129.300.

Amarelo – Uso de cores sinalizando ações ligadas a segmentos da população – rosa para mulheres, azul para homens, - escolheu o Amarelo para ações destinadas a reduzir acidentalidade e morte no trânsito.

União – Problema mundial, determinação de Assembleia-Geral da ONU, decretou o período de 2011-2020 como a Década de Ações para Segurança do Trânsito. 

Meio - Entidade criada, o Observatório Nacional de Segurança Viária, criou o Maio Amarelo, movimento de conscientização da sociedade para o elevado número de mortes, danos e absenteísmo causado pelos acidentes de trânsito.

Caminho – Neste ano o rótulo Nós somos o trânsito, aprovado pelo Conselho Nacional de Trânsito, o Observatório, e a Anfavea, associação dos fabricantes de veículos, é veiculado em vídeo, radio, impressos, redes sociais.

E ? - Na prática poucos resultados, exceto estatísticas pouco confiáveis. Enquanto ônibus avançar sinal e motoqueiro não tiver sanção, não haverá campanha com resultados. Como todas as mazelas deste país, o caminho da excelência só se atingirá pela educação e pela sanção – e sem estrutura de polícia e justiça, difícil atingi-lo.

Bico – Para a Volkswagen, recepcionista para o Salão do Automóvel não deve ser apenas bonita e sorridente. Mas universitária e submeter-se a curso com palestras e treinamento sobre produtos. A fim? 
contratando.com.br/ volkswagen.

Festa – Sorrisos e foguetes na MAN Latin America, dona da marca Volkswagen Ônibus: empresa vendeu 3.400 chassis para encaroçar ônibus escolares no Programa Caminho da Escola. Tipo Meu ônibus, meu lucro ...

Eficiência – Pesquisa do Ministério dos Transportes com 20 mil passageiros deu à Azul liderança em operações: menor tempo de check in; embarque mais rápido; menor tempo para receber a bagagem. Curiosamente é considerada como companhia Low-Cost, quando seus bilhetes estão entre os mais caros.

Tempo – Por contrato com marca alemã de automóveis Premium – Audi? BMW? Mercedes? – Universidade de Hohenheim conduz pesquisa entre formadores de opinião para saber a percepção sobre estas marcas no mercado brasileiro. Daí, afeir observações, sanar eventuais falhas indicadas, focar campanhas de vendas.

Mudou – Há pouco tempo a noção de percepção ficava restrita ao fabricante/montadora e, no máximo, a sua agencia de propaganda. Fiat mudou a escrita, e para errar menos na formatação do Novo Uno, modelo exclusivo ao mercado nacional da marca então líder, contratou à PUC Rio de Janeiro pesquisa sobre a óptica de antropologia e sociologia quanto a produto e clientela. 

Gente – Samuel Marcantônio, mecânico, larga história incluindo ter sido dos primeiros funcionários da Simca, festa. OOOO Dia 19, 88 anos. OOOO Coisa importante. Amigos irão em automóveis antigos e Prefeitura de Campinas bloqueou rua fronteira à sua casa para as comemorações. OOOO Merecido. OOOO Philip Koehn, doutor em engenharia, novo diretor técnico da Borgward. OOOO Marca alemã em renascimento, instala fábrica em critérios Indústria 4.0. contratação é aval importante. OOOO Koehn tem carreira na BMW e foi diretor da Rolls-Royce. OOOO

Montana 2019 chega como a picape com menor custo total de propriedade


As picapes compactas cabine simples são utilizadas majoritariamente como ferramenta de trabalho, por isso robustez, capacidade de carga, custo de manutenção e de utilização são quesitos de alta relevância para o comprador.

Levantamento da JATO Dynamics aponta que a Chevrolet Montana é a picape com o menor custo de propriedade durante os três primeiros anos de uso – tempo médio em que o consumidor troca o veículo.

Mais uma característica relevante da Montana é sua capacidade de carga de até 756 kg, chegando a 7% de superioridade ante rivais. O design da caçamba, comprida e alta, transporta com segurança mesmo objetos grandes, como motocicletas.

Para preservar o assoalho, a picape vem com protetor de caçamba, dez ganchos para amarração de cordas e o degrau side step que facilita o acesso ao compartimento pela lateral.

A tampa traseira possui trava antifurto com chave, enquanto a cabine utiliza-se do conceito MaxCab e comporta bagagens de mão na parte posterior dos bancos, útil também para o usuário que busca um veículo para o lazer.

A linha 2019 da Montana chega às concessionárias Chevrolet também como a picape cabine simples mais completa da categoria.

Traz, além de direção hidráulica, rodas aro 15, banco do motorista com ajuste de altura, sistema de luz "siga-me", painel de instrumentos na cor “Ice Blue” e as sombreiras com espelho. A lista soma para-choques na cor da carroceria, lanternas escurecidas, barra de proteção nas portas e freios ABS com assistente de frenagem de emergência (EBD).

A picape Chevrolet pode ser equipada com ar-condicionado, grade de proteção do vidro traseiro, comando elétrico dos vidros, travas e retrovisores externos, sistema de acendimento automático dos faróis, controle de velocidade de cruzeiro e sistema de som com Bluetooth e entrada USB.

A Montana é comercializada em duas versões de acabamento: LS e Sport, sempre equipada com motor flex SPE 1.4 ECO de elevada eficiência energética.A transmissão é manual, de cinco velocidades e o conjunto mecânico desenvolve até 99 cavalos e 13 kgfm de torque, garantindo elevado nível de desempenho mesmo com o carro carregado.

De acordo com dados do Inmetro, o modelo da Chevrolet é a mais econômica da categoria. Em média, percorre com um litro de gasolina 13,4 quilômetros na estrada e 11,7 quilômetros na cidade. Com etanol, são 9,2 quilômetros e 7,9 quilômetros, respectivamente. O indicador de mudança de marcha no painel ajuda o motorista a dirigir de forma mais eficiente.

A Montana conta ainda com alternador de alto rendimento, sistema de arrefecimento com ventilador de menor atrito e a utilização de óleo de baixa viscosidade (0W20). Freios de baixo arrasto, rolamentos especiais e pneus de baixa resistência a rolagem fazem igualmente parte do pacote.

Já a aceleração da picape de 0 a 100 km/h é feita em 10,4s.

A Montana 2019 estreia nas seguintes opções de cores para a carroceria: Vermelho Chili (sólida), Cinza Satin Steel (metálica), Preto Ouro Negro, Branco Summit, Cinza Grafite e Prata Switchblade.

TMD/COBREQ COM PASTILHAS DO FIAT CRONOS NO MERCADO DE REPOSIÇÃO


Como complemento de linha, a TMD Friction do Brasil colocou, no mercado nacional de reposição, as pastilhas Cobreq dos freios dianteiros do Fiat Cronos, veículo sedã derivado do hatch Argo, com as seguintes designações em catálogo: N-543, Cronos Precision 1.8 Flex manual e automático; e N-547, Cronos 1.3 flex manual, Cronos Drive 1.3 flex manual e Cronos Drive 1.3 GSR flex automatizado.

O Precision é o “top” de linha, com motorização flex 1.8 E.TorQ de 4 cilindros, 139 cv (etanol) e 19,3 kgfm de torque. É o único com opção de câmbio automático (6 marchas). Já os modelos 1.3 Flex e Drive Flex possuem câmbio manual, enquanto o Drive Flex GSR é de transmissão automatizada de 5 velocidades. O motor 1.3 Firefly, também de 4 cilindros, desenvolve 109 cv (etanol) com 14,2 kgfm.

Para atender todos os requisitos de segurança no desenvolvimento de uma pastilha de freio, a TMD Friction do Brasil, parte do Grupo Nisshinbo, maior fabricante mundial de material de atrito, realiza intensos testes de campo e laboratórios, com temperaturas extremas, variadas velocidades de uso e diversas condições de peso e durabilidade.

Cummins celebra lançamento de duas máquinas agrícolas da Jacto equipadas com motor QSB 6.7


A Cummins Brasil comemora juntamente com o parceiro Jacto durante a 25ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação – Agrishow 2018, que acontece até hoje, em Ribeirão Preto (SP), os lançamentos da nova adubadora Uniport 3030 NPK e do pulverizador Uniport 3030 Canavieiro, ambos específicos para a cultura de cana-de-açúcar e equipados com a versátil motorização Cummins QSB 6.7 de 243hp. 


Adequado à legislação de emissão MAR-I, a motorização Cummins QSB 6.7 de 243hp, já consagrada no mercado agrícola, além dos novos equipamentos da Jacto, é aplicada em outras máquinas desenvolvidas pela Jacto, tais como os pulverizadores Uniport 3030, Uniport 4530 e a adubadora Uniport 5030 NPK.

O motor diesel Cummins QSB 6.7 traz a flexibilidade de ajuste para trabalhar em baixa rotação, oferecendo máximo torque e menor consumo de combustível. O motor também disponibiliza toda a potência necessária com a máxima economia, que pode chegar até 35% a menos no consumo do Diesel quando comparado com outros motores de potência similar.

Único pulverizador desenvolvido especificamente para a cultura de cana-de-açúcar, o Uniport 3030 Canavieiro é bastante versátil e traz componentes mais resistentes e robustos para o trabalho nessa aplicação que exige até o triplo de horas de trabalho em comparação a cereais, por exemplo, além de alta precisão. Já a nova geração da adubadora automotriz Uniport 3030 NPK, desenvolvida especialmente para aplicação localizada de fertilizantes na cultura canavieira, traz reservatório para 3.000 kg e aplicação simultânea em 10 linhas de cana-de açúcar.

Matheus Iorio tenta encostar nos líderes do campeonato da Euroformula F3 Open na França


Após mostrar um desempenho sólido nas duas corridas da etapa de abertura do campeonato, no Estoril (Portugal), Matheus Iorio volta a acelerar neste fim de semana pela segunda etapa da Euroformula F3 Open, no circuito francês de Paul Ricard.

O paulista de 20 anos conseguiu na primeira corrida do ano seu melhor resultado na categoria, com um segundo lugar, tendo uma sétima posição completando o fim de semana. O piloto da equipe Carlin é o quinto colocado na classificação geral e espera encostar nos líderes em Paul Ricard.
Construído em 1969, o tradicional autódromo francês passou por uma grande reforma na última década e hoje tem 5.842 metros. Embora com  alterações em relação ao traçado original, a pista preserva grande parte de suas características históricas, exceto por uma variante colocada no meio da famosa reta do Mistral por questões de segurança.

De todos os circuitos do calendário da Euroformula F3 Open, sem dúvida o de Paul Ricard é o que Matheus mais conhece. Afinal, o brasileiro já realizou diversas sessões de testes de pré-temporada, tanto em 2017 como em 2018, como já correu na pista francesa no último campeonato.

A programação começa com dois treinos livres, hoje sexta-feira. O sábado terá o treino classificatório para a primeira prova e a corrida inicial, às 10h30 (de Brasília). No domingo, serão disputadas mais uma qualificação e a segunda prova, às 8h15. O site oficial (www.euroformulaopen.net) transmite as corridas ao vivo.

O que disse Matheus Iorio:
"Teremos um treino extra na quinta-feira, o que não estava previsto, mas depois a programação será normal. A expectativa é muito boa, tivemos um começo de campeonato muito bom. Aprendemos com os erros da primeira etapa, especificamente na segunda corrida, e isso dá espaço para trabalharmos e chegarmos mais fortes para essa etapa, o que certamente vai acontecer. Sabemos que o carro está muito bom para a pista de Paul Ricard, com o asfalto novo e certas curvas com zebras diferentes. Estou muito à vontade com o acerto do carro, tanto para a chuva como para o seco. Essa etapa tem tudo para ser muito boa, estou confiante no trabalho de toda a equipe, engenheiros, mecânicos e todos. Vamos buscar o melhor e quem sabe com mais pódios e uma posição melhor no campeonato"

Classificação do campeonato:
1º F.Drugovich - 44 pontos

2º M.Siebert - 38
3º B.Viscaal - 25
4º C.Das - 24
5º M.Iorio - 24


Programação* (horários de Brasília):
HOJE Sexta-feira, 4 de maio

Primeiro treino livre - 5h
Segundo treino livre - 11h15

Sábado, 5 de maio
Treino classificatório da corrida 1 - 5h40
Corrida 1 - 10h30


Domingo, 6 de maio

Treino classificatório da corrida 2 - 4h
Corrida 2 - 8h15

*sujeita a alterações

REVELADOS OS PRIMEIROS CLASSIFICADOS DA 28ª GINCANA DO CAMINHONEIRO


Entre 27 e 29 de abril, Montes Claros, no norte mineiro, foi palco da primeira etapa classificatória da 28ª GINCANA DO CAMINHONEIRO, que conta com promoção da Revista Caminhoneiro, patrocínio da IVECO (marca da CNH Industrial) e apoio da IVECO Peças, FPT Industrial e do Banco CNH Industrial, e da Deva (MG), concessionária da montadora.


O cenário da disputa foi o Posto D’ Angelis, às margens do km 516,5 da BR-251, onde, durante três dias, 536 caminhoneiros de todo o país se inscreveram para mostrar habilidade na manobra e, posteriormente, percorrer o trajeto pré-determinado, zigue-zagueando entre os cones e sem derrubar nenhum deles.



As performances foram avaliadas por uma dupla de cronometristas, revelando os classificados da etapa. São eles:

1º - Emerson Leandro Ferraz Rosa, da cidade de Montes Claros/MG, com o tempo de 24 segundos e 117 milésimos;
2º - Atlove Charles Santos, de Montes Claros/MG, com o tempo de 24 segundos e 200 milésimos;
3º - Célio Soczek, de Araucária/PR, com o tempo de 24 segundos e 315 milésimos.


Vale explicar que a Gincana é dividida em seis etapas classificatórias, realizadas de abril a outubro deste ano. Em cada uma das seis etapas, classificam-se os caminhoneiros que obtiverem os três melhores tempos. Na grande final, os dezoito caminhoneiros classificados ao longo do ano, disputam um caminhão Iveco da linha Tector,


A próxima etapa da 28ª Gincana do Caminhoneiro  será realizada de 18 a 20 de maio,  no Posto São Gonçalo, na BR 324 km 532, em Feira de Santana/BA.

VW vence licitação para entregar 3.400 ônibus ao Caminho da Escola


A Volkswagen Caminhões e Ônibus acaba de vencer licitação para entrega de 3.400 ônibus escolares ao programa federal Caminho da Escola. Os veículos poderão ser adquiridos por prefeituras e estados de todo o país até abril do próximo ano e deverão ampliar a participação da MAN Latin America, maior empresa no fornecimento de veículos escolares, das atuais 16 mil unidades para cerca de 20 mil.

Os veículos disponíveis para a compra na licitação são ônibus e micro-ônibus Volkswagen configurados para atender às regiões rurais e urbanas do Brasil: ORE1 e ORE3 (Ônibus Rural Escolar para 29 e 59 alunos), atendidos respectivamente pelos modelos Volksbus 8.160 ODR, e Volksbus 15.190 ODR e o ONUREA Piso Alto (Ônibus Urbano Escolar Acessível para 30 alunos) com base no chassi Volksbus 8.160OD, todos os chassis são produzidos na fábrica da MAN Latin America em Resende (RJ) e as carrocerias são Marcopolo e Neobus, feitas em Caxias do Sul (RS) e Duque de Caxias (RJ), respectivamente.

A linha completa Volksbus destinada ao Caminho da Escola conta com veículos escolares na configuração rural e urbano, na faixa de 5 a 15 toneladas. Dentre os atributos necessários para vencer os trajetos mais difíceis estão suspensões elevadas e reforçadas, pneus de uso misto, eixo dianteiro com viga forjada, balanço dianteiro mais curto, bloqueio no diferencial traseiro, ângulos de ataque e saída maiores, poltronas estofadas e de fácil limpeza, mecanismos anti-esmagamento e ainda dispositivos de poltronas móveis (DPM) que garantem a acessibilidade para os alunos com mobilidade reduzida.

São três diferentes modelos, ORE 1, ORE 3 e ONUREA Piso Alto, com carrocerias Marcopolo e Neobus, cada um com uma configuração e capacidade diferentes para melhor atender às necessidades e características dos municípios brasileiros.

O ORE 1 é fornecido com carroceria Neobus TH Way, tração 4x2. O modelo oferece acessibilidade, via DPM (Dispositivo de Poltrona Móvel) e tem capacidade para transportar 29 passageiros.

O modelo ORE 3 é o de maior capacidade, 59 pessoas, e fornecido com carroceria Marcopolo Sênior Escolar. Foi projetado para garantir maior conforto e segurança para os estudantes e manutenção mais fácil e menor custo operacional para o frotista. O veículo tem tração 4x2 e Dispositivo de Poltrona Móvel (DPM).

Já o ORUNEA Piso Alto também tem carroceria Neobus TH Way, ar-condicionado, aquecimento, tração 4x2, acessibilidade via DPM (Dispositivo de Poltrona Móvel) e capacidade para transportar 30 alunos.

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Fernando Calmon - Alta Roda - Superlativos chineses

Alta Roda nº 991/341 – 03/05/2018
Fernando Calmon
O maior mercado mundial de veículos está na China. Aproxima-se neste ano das 30 milhões de unidades vendidas – volume cerca de dois terços maior que o segundo colocado, os Estados Unidos – e continua apostando em crescimento nos próximos anos, mas a um ritmo menor. A frota circulante passou dos 200 milhões de veículos leves e pesados e só perde (por enquanto) para os EUA, que se aproximaram de 280 milhões no ano passado. 


O crescimento espantoso do mercado chinês vai além da pujança econômica dentro de um regime interno politicamente fechado, de partido único. Apesar de números fabulosos, a densidade da frota é de apenas 6,5 habitantes por veículo, contra 4,8 no Brasil e 1,2 nos EUA. Por essas referências, novos clientes deverão comprar mais carros, especialmente no interior do país, pois as grandes metrópoles chegaram perto da saturação e com altos índices de poluição do ar. 

Dois movimentos recentes apontam para novos rumos. Marcas estrangeiras poderão atuar sem necessidade de ter sociedade de 50% com algum grupo local. É uma leve abertura, mas faltam sinais de que alguma empresa automobilística vá arriscar. Há ainda forte subsídio financeiro a carros elétricos puros, mas o governo já avisou que em 2020 serão suprimidos. Também lá o dinheiro acaba... 

O Salão do Automóvel de Pequim, aberto ao público domingo passado, vai até 4 de maio e refletiu tendências mundiais. A exposição tem crescido de importância e se alterna com Xangai ano a ano. SUVs e tração elétrica chamam a atenção, como em outras exposições. Marcas ocidentais e orientais de tradição internacional elegem os salões chineses para lançamentos importantes. A BMW, por exemplo, mostrou o protótipo da primeira versão elétrica do X3. Vendas a partir de 2020 e produção com a sócia local Brilliance também para exportação a Europa e EUA. 

Desta vez, entre estreias mundiais, destacaram-se o inédito Mercedes-Benz Classe A sedã (apresentado com maior distância entre eixos, exigência do mercado local para este e outros tipos de carroceria) e novas gerações do VW Touareg, Ford Focus (hatch e sedã) e Lexus ES, entre outros. Até o SUV Audi Q5 surgiu com entre-eixos longo só para agradar ao comprador chinês. Ele exige e paga para ter conforto extra, mesmo que motorista e no máximo um acompanhante circulem nas cidades a maior parte do tempo, a exemplo de outros países. Talvez tenham medo de um dia o governo exigir três ou quatro passageiros no uso urbano... 

Caoa Chery confirmou os produtos que vai lançar ainda este ano no Brasil. O sedã Arrizo 5 (bem próximo em dimensões ao Corolla) será feito em Jacareí (SP) e os SUVs T 4 e T 7, em Anápolis (GO). Em rápida avaliação na pista de testes da fábrica chinesa, em Wuhu, o Tiggo 4 (4,34 m de comprimento, pouco maior que o Nissan Kicks) mostrou comportamento “esportivo” por ter suspensão firme. Tiggo 7 (comprimento de 4,50 m, entre Jeep Compass e Honda CR-V) oferece acerto suave e inclina mais nas curvas. 

Segundo Marcio Alfonso, presidente da Caoa Chery, haverá acertos específicos para o mercado brasileiro. Motor turboflex de 1,5 L terá 150 cv com etanol, potência maior que a oferecida na China. Os câmbios de ambos serão automatizados.


RODA VIVA

APESAR de a Toyota até agora só ter divulgado com afinco o Yaris hatch, sua estratégia internacional é sempre apresentar simultaneamente o sedã derivado. Acontecerá também no Brasil agora em junho: as duas versões estarão juntas no lançamento à imprensa e terão motor de 1,5 litro do Etios. O sedã estará nas concessionárias em agosto, um mês depois do hatch. 


ÊNFASE inicial menor no sedã Yaris foi para inibir impacto antecipado sobre vendas do Corolla. Afinal, os dois sedãs terão dimensões próximas. Mas estratégias de preço serão compatíveis. Essa “administração” já ocorre entre Honda City e Civic e também se estabelecerá entre o VW Virtus e o novo Jetta. Este estará à venda em outubro (fábrica corre para antecipar). 

EDIÇÃO especial Night Eagle do Jeep Compass tem preço compatível – R$ 150.490 ou R$ 4.000 extras – pelo que oferece a mais sobre a versão Longitude. Como o nome da versão sugere, cromados foram substituídos pela cor preta. Esta aparece também nas rodas e acabamentos internos. Sistema de som Beats completa o pacote. Visual agradável e coerente. 

PLATAFORMA digital K-Commerce, desenvolvida pela Renault e SAP Brasil (empresa alemã de softwares de gestão) para comercialização do Kwid, atendeu não apenas demandas de consumidores adeptos de tecnologia. A fabricante espera obter ajuste fino de produção, em mais alguns meses, para ter pronta-entrega sem sobrecarregar estoques nas concessionárias. 

ANFAVEA voltou a apoiar este ano o movimento Maio Amarelo, do Observatório Nacional de Segurança Viária. Ênfase se concentrou nas pessoas que fazem o trânsito. Peças de divulgação (vídeos, spots, posts e artes para mídia impressa e cartazes) são simples, porém bem criativas. Conteúdo pode ser baixado e compartilhado sem custos: https://www.maioamarelo.com/2018-nos-somos-o-transito 

PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
Siga também através do twitter:  www.twitter.com/fernandocalmo fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

Embraer e American Airlines assinam contrato para 15 jatos E175


A Embraer e a American Airlines Inc. assinaram um pedido firme para quinze jatos E175 configurados com 76 assentos. O valor do contrato é de USD 705 milhões, com base nos atuais preços de lista, e será incluído na carteira de pedidos firmes da Embraer (backlog) do segundo trimestre de 2018. As entregas começarão em 2019, entre março e novembro. 

Somado aos três pedidos anteriores de E175 realizados pela companhia aérea, este novo contrato resulta em uma encomenda total de 89 aeronaves deste modelo pela American Airlines. O pedido mais recente, para dez aviões, havia ocorrido em outubro de 2017. 

Esta é a quarta encomenda da American para o E175 desde 2013 e pedidos seguidos demonstram como a aeronave atende às necessidades de seus negócios e a confiança que eles têm em nossa plataforma”, disse Charlie Hills, Diretor de Vendas e Marketing para a América do Norte da Embraer Aviação Comercial. 

A American Airlines selecionou a Envoy, subsidiária integral da American Airlines Group Inc., para operar as quinze aeronaves, que serão configuradas com um total de 76 assentos, sendo 12 assentos de Primeira Classe e 60 de classe econômica, incluídos os assentos de classe econômica Extra. 

Incluindo este novo contrato, a Embraer vendeu mais de 400 jatos do modelo E175 para companhias aéreas na América do Norte desde janeiro de 2013, obtendo mais de 80% do total de pedidos no segmento de jatos de até 76 assentos.

Augusto Farfus abre sua sétima temporada no DTM em Hockenheim


A espera acabou e Augusto Farfus volta a acelerar sua BMW M4 DTM #15 neste fim de semana (4 a 6 de maio), na etapa de abertura do campeonato 2018. Único brasileiro no grid, o piloto da BMW inicia sua sétima temporada consecutiva na principal categoria de carros de turismo do mundo, confiante em voltar a brigar pelas primeiras posições em um ano “crucial” para o DTM, com várias novidades.

A começar pelos carros, que tiveram uma importante alteração no regulamento técnico, especialmente em relação à aerodinâmica. Com menos downforce, o trabalho dos pilotos será ainda mais relevante, e a expectativa é de disputas mais equilibradas e acirradas entre todas as montadoras. 

Em questão do calendário, a temporada do DTM aumentou de nove para 10 rodadas duplas, num total de 20 corridas no ano. A categoria terá metade de suas etapas fora da Alemanha, passando por outros cinco países. Um dos grandes destaques é a primeira prova noturna da história do DTM, que acontecerá em Misano, na Itália, em agosto. Os pilotos também voltarão a correr em Brands Hatch, na Inglaterra, além de provas na Hungria (Budapeste), Holanda (Zandvoort) e Áustria (Red Bull Ring). Na Alemanha, as etapas de abertura e encerramento do campeonato acontecem tradicionalmente em Hockenheim, e os circuitos de Lausitzring, Norisring e Nürburgring também sediam as disputas de 2018. 

Apesar de terem feito poucos testes em pista com o carro nessas novas configurações, Augusto se mostrou animado com o desempenho nos treinos e com boas expectativas de começar o ano em alta. Ciente de que o aprendizado e evolução com o carro virão ao longo das etapas, o objetivo é conseguir uma rápida adaptação ao novo regulamento, para buscar bons resultados desde a primeira etapa. 

Em Hockenheim, as atividades de pista começam na sexta-feira, com um treino livre. No sábado, acontece mais uma sessão de treinos, a classificação 1 e a primeira corrida do ano. Já no domingo, a programação se repete, com treinos, a tomada de tempos para definição do grid e a corrida 2. O canal Bandsports transmite as duas provas ao vivo, no sábado e no domingo, ambas a partir das 8h30.

Augusto Farfus: 
“Estou muito animado para começar minha sétima temporada no DTM, e creio que será um ano crucial para a categoria. Primeiro, porque os carros sofreram grandes modificações, estão ainda mais próximos e tivemos poucos treinos. As equipes tiveram um tempo muito limitado de pista para toda essa parte nova de desenvolvimento do carro, então vamos todos para Hockenheim na mesma situação, o que vai deixar a etapa de abertura e a temporada como um todo extremamente emocionantes, pois vamos estar aprendendo com o carro prova após prova. Também será uma temporada crucial por sabermos que grandes mudanças estão por vir, o novo regulamento será anunciado, também há a questão de uma possível parceria com o Super GT Japonês… 

O DTM vai realmente ter que unir forças e mostrar como será seu futuro, já que tem a possível saída da Mercedes no fim do ano. Vemos que há um esforço muito grande da organização, com a criação da prova noturna em Misano, além de várias outras atitudes. No geral, gostei bastante do novo carro, ele se comportou bem nos treinos, e agora a expectativa é de começar um bom ano com o pé direito”. 

Direto para Le Mans no WEC: 
Escalado para os dois principais programas da BMW Motorsport em 2018, Farfus não poderá participar da etapa de abertura do WEC (World Endurance Championship) neste fim de semana, em Spa-Francorchamps. Na prova de 6 horas de duração, o brasileiro será coberto por Tom Blomqvist, que correrá ao lado do português António Félix da Costa na nova BMW M8 GTE #82. 

“Vou perder a etapa de Spa, o início do WEC, o que é uma pena muito grande, não ter as possibilidades de disputar as duas categorias. Mas tenho certeza que teremos um bom começo por lá também, e estarei pronto para fazer minha primeira prova no WEC direto nas 24 Horas de Le Mans, após um mês de maio bem cheio, com as disputas em Hockenheim e Lausitizring pelo DTM, e também das 24 Horas de Nurburgring”.  

Confira a programação do DTM em Hockenheim (horários de Brasília):
Sexta-feira, 04 de maio:
10:45 às 11:15 - Treino livre 1 

Sábado, 05 de maio:
4:00 às 4:30 - Treino livre 2 
6:25 às 6:45 - Classificação 1
8:30 - Corrida 1

Domingo, 06 de maio:
4:00 às 4:30 - Treino livre 3 
6:25 às 6:45 - Classificação 2
8:30 - Corrida 2

Carros Clássicos: 6º Rallye Internacional 1000 Milhas Históricas Brasileiras vai para o sul do país


Tradicionalmente disputado na região Sudeste, o 6º Rallye Internacional 1000 Milhas Históricas Brasileiras vai fazer uma mudança de rota. Neste ano mais de 50 carros históricos fabricados entre 1919 e 1980, e cerca de 10 motos clássicas fabricadas entre 1931 e 1978 partirão no dia 20 de junho do Shopping Iguatemi, na capital de São Paulo, para chegarem em Gramado, no Rio Grande do Sul, no dia 23 de junho.

“Nas cinco edições anteriores nós percorremos cerca de 1.750 quilômetros entre os Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, e a grande maioria dos participantes já estava pedindo para mudarmos a rota. Neste ano resolvemos inovar e iremos para a bela região sul”, anunciou Eduardo Lambiasi, presidente do MG Club do Brasil, entidade que realiza a prova desde 2011.

O Rallye Internacional 1000 Milhas Históricas Brasileiras é de regularidade, e os veículos percorrem cerca de 1.800 quilômetros em estradas secundárias, com médias de velocidade baixas, onde se destaca a atuação e capacidade do navegador. Isto torna o evento num grande desfile de preciosidades clássicas, admirados por onde passam. Nas paradas para almoço e reagrupamento nos hotéis ao final de cada dia, o público se aglomera para conhecer alguns carros que são verdadeiras raridades.

Há duas categorias de competição e uma categoria turística, onde a dupla inscrita pode seguir o rallye e sentir como é uma prova deste tipo. Times estrangeiros e de diversos estados costumam participar com vários carros. E mais uma vez o campeão de F1 Nelson Piquet participará com o seu time.

“A grande novidade para este ano será a participação de motocicletas clássicas - será a segunda prova no mundo a autorizar e mesclar carros com motos”, avisa Luis Cezar Ramos Pereira, diretor esportivo do MG Club do Brasil.

Os interessados podem se inscrever até o dia 8 de junho, na Secretaria do MG Club do Brasil, de 3ª a 6ª feira, das 14h às 18h, pelo e-mail secretariamg@terra.com.br, ou pelo telefone (11) 3673-5065.

O Rallye 1000 Milhas Históricas faz parte do calendário mundial da FIVA– Federação Internacional de Veículos Antigos, e está regido pelas regras da FIA-Historic. A participação de motocicletas clássicas segue a regulamentação da Comissão de Motocicletas da FIVA, que trabalha em conjunto com a FIM (Federação Internacional de Motociclismo) e com a FIA (Federação Internacional do Automóvel).

Cronograma do 6º Rallye Internacional 1000 Milhas Históricas Brasileiras:

08/06/18 – 18h00 - Encerramento das inscrições

19/06/18 – Vistoria – parque fechado e coquetel de boas-vindas (Shopping Iguatemi - São Paulo)

20/06/18 - Rallye em rodovia (Capital-SP  / Capão Bonito-SP / Curitiba-PR) – Estrada do Rastro da Serpente (almoço Capão Bonito)

21/06/18 – Rallye em rodovia (Curitiba-PR / Joinville-SC / Blumenau-SC) – Estrada da Serra da Graciosa – Estrada Dona Francisca (serra) e Vale da Cerveja (almoço Joinville)

22/06/18 – Rallye em rodovia (Blumenau-SC /  Florianópolis-SC / Bom Jardim-SC)  - Estrada Serra do Rio do Rastro (almoço Florianópolis)

23/06/18 – Rallye em rodovia (Bom Jardim-SC / Gramado-RS) – Vale dos Vinhedos – Serra Gaúcha (almoço Bento Gonçalves)

23/06/18 - Premiação (Gramado ou Canela-RS)

O Rallye Internacional 1000 Milhas Históricas Brasileiras é uma realização do MG Club do Brasil, com apoio institucional da Federação Brasileira de Veículos Antigos.